- Paulinho da Força rebateu Flávio Bolsonaro após o senador criticar o texto da dosimetria, afirmando que o Congresso manteve autonomia na construção do texto.
- O deputado afirmou que conversou com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, para construir a medida.
- Flávio Bolsonaro havia dito, no sábado, que houve um “jogo combinado” entre o relator e Moraes, alvo de críticas do senador.
- Na nota de Paulinho, o texto foi construído de forma ampla, ouvindo todas as bancadas do Congresso, inclusive o próprio Flávio.
- O parlamentar destacou que o Congresso atuou de maneira independente na aprovação da dosimetria e na derrubada do veto presidencial, sem subordinação ao Judiciário.
Paulinho da Força rebateu Flávio Bolsonaro após o senador criticar a atuação do relator da Lei da Dosimetria na Câmara. A fala ocorreu em Santa Catarina, no sábado (9/5). A acusação apontava suposto “jogo combinado” com o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Segundo Flávio Bolsonaro, Moraes influenciou o texto aprovado pelo Congresso e impediu o debate sobre uma anistia ampla. A crítica se refere ao processo de elaboração da dosimetria e à interdição de discussões no Legislativo.
Paulinho da Força, em nota publicada nas redes sociais, disse que o texto foi construído de forma ampla e que ouviu todas as bancadas da Câmara e do Senado, além de Flávio. Ele informou ter conversado com os presidentes da Câmara e do Senado.
A bancada citada por ele inclui Hugo Motta, da Câmara, e Davi Alcolumbre, do Senado, que teriam sido informados sobre a tramitação. O deputado ressaltou que o Legislativo atuou de forma independente em relação à aprovação da lei e à derrubada do veto presidencial.
Paulinho afirmou que não houve submissão ao Judiciário nem aval externo para a proposta. O objetivo, segundo ele, é assegurar a aplicação da lei, a harmonia institucional e o respeito às decisões do Parlamento.
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