- O senador Ciro Nogueira disse, em vídeo divulgado nesta terça-feira (12/5), que nunca recebeu valores ilícitos e que sofre perseguição política.
- Ele é alvo da Polícia Federal na Operação Master, que investiga fraudes envolvendo o Banco Master, e citou a Proposta de Emenda à Constituição nº 65/2023, conhecida como Emenda Master, para ampliar o limite do Fundo Garantidor de Créditos.
- O parlamentar afirmou que o Fundo Garantidor de Créditos é privado e que não houve atualização do valor há mais de uma década, criticando a fiscalização e dizendo que quem deve fiscalizar é o Banco Central.
- Ciro Nogueira também é citado na Operação Compliance Zero e nas investigações da Operação Carbono Oculto, que apura fraude no setor de combustíveis.
- Ele lembrou investigações de 2018 na Lava Jato, que classificou como perseguição; a denúncia foi rejeitada pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do Progressistas, é alvo de operação da PF que investiga fraudes envolvendo o Banco Master. Em vídeo publicado nesta terça-feira (12/5), ele diz sofrer perseguição política e afirma não ter recebido valores ilícitos nem cometido irregularidades.
Nogueira tratou da investigação anterior, ligada à Lava Jato de 2018, dizendo que as acusações foram parte de uma perseguição. Ele também negou participação em qualquer irregularidade e afirmou manter a defesa.
Alega que a operação se inicia em meio ao ano eleitoral e questiona por que um líder de oposição seria alvo. Mencionou a Proposta de Emenda à Constituição 65/2023, conhecida como Emenda Master, relacionada ao aumento do limite do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Contexto das investigações
No vídeo, o senador sustenta que a proposta não foi publicada exatamente como recebida pela PF, conforme aponta a apuração. Defende que o FGC é um fundo privado e que seu valor não é atualizado há mais de uma década.
Nogueira afirmou que a fiscalização deve ficar a cargo do Banco Central, e que seus diretores são indicados pelo presidente da República. Também citou ataques a críticas ao governo federal, sem entrar em detalhes políticos.
Além disso, ele aparece ligado a investigações como a Operação Compliance Zero e a menção à Operação Carbono Oculto, que apura fraude no setor de combustíveis. O parlamentar participou de comunicações relacionadas a esses casos, segundo o material.
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