- Kassio Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira, 12, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, com André Mendonça como vice, e pretende conduzir as eleições de 2026 com um estilo menos intervencionista que o adotado em 2022.
- Em discurso, o ministro destacou a importância da liberdade de expressão, do debate público e da independência da corte, sem omitir ameaças ao processo democrático nem recorrer a excessos.
- Kassio voltou a defender as urnas eletrônicas, afirmando que o sistema é o mais avançado do mundo e defender a confiança pública para seu aperfeiçoamento contínuo.
- A solenidade reuniu o presidente Lula, o senador Flávio Bolsonaro e outras autoridades, além de ex-presidentes convidados; José Sarney prestigiou o evento.
- A posse marca a transição na presidência do TSE, com foco nas eleições de 2026, conforme o indicado, buscando um equilíbrio entre liberdade de expressão e responsabilidade institucional.
Kassio Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira como presidente do TSE, comandando a Justiça Eleitoral. Indicado por Bolsonaro ao STF, ele afirmou defender a liberdade de expressão e criticou supostos excessos. André Mendonça ficará como vice.
O ministro do STF expôs que a democracia depende de liberdades e de debates relevantes para a sociedade. Ele ressaltou independência, equilíbrio e prudência, sem omitir ameaças ao processo democrático, nem praticar excessos.
Nunes Marques defendeu as urnas eletrônicas, garantindo que o sistema é considerado o mais avançado do mundo. Também mencionou a necessidade de aperfeiçoar o sistema e manter a confiança pública.
Posse e presença
A cerimônia ocorreu no TSE e reuniu Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e autoridades de peso. Estiveram também presidentes do Senado, da Câmara, ministros do STF e ex-presidentes da República.
Flávio Bolsonaro afirmou que espera imparcialidade do TSE nas eleições de outubro. O parlamentar citou críticas a Moraes, dizendo que o tribunal não pode interferir no jogo político.
Contexto e desdobramentos
Kassio assumiu o cargo ocupando o lugar de Cármen Lúcia. O ministro pretende imprimir um estilo menos intervencionista em comparação com 2022, com foco em liberdade de expressão e resposta rápida a críticas falsas.
A posse contou com a presença de Michelle Bolsonaro, Celina Leão e outras figuras públicas. Também compareceram representantes do governo, do Legislativo e do Judiciário, além de artistas e nomes do meio político.
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