- O ministro Nunes Marques tomou posse na terça-feira (12) como presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ficará no comando da Corte durante o pleito de 2026.
- Aliados de Jair Bolsonaro (PL) mostram otimismo com a indicação e dizem que ele pode abrir espaço para reivindicações e reduzir questionamentos em campanhas.
- A oposição acompanhou a cerimônia e criticou a condução de Alexandre de Moraes nas eleições de 2022, dizendo que Moraes não era isento.
- O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), afirmou que a troca transmite a esperança de eleições justas e que vença quem for escolhido pelo voto.
- A cerimônia contou com a participação de Valdemar Costa Neto e Flávio Bolsonaro (RJ); Cabo Gilberto (PL-PB) disse esperar que Nunes cumpra a lei de forma diferente dos antecessores.
Nunes Marques tomou posse na presidência do TSE na terça-feira (12) e assume o comando da Corte eleitoral em meio ao pleito de 2026. Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, o magistrado passa a liderar o tribunal que supervisiona as eleições nacionais.
A posse gerou repercussão entre a oposição, que marcou presença no ato e espera maior espaço para reivindicações e menos questionamentos durante campanhas. A leitura comum entre oposicionistas é a de que a gestão anterior sob Moraes ficou marcada por críticas sobre neutralidade em eleições anteriores.
Para o Partido Liberal (PL), a troca é vista como sinal de equilíbrio no tribunal. O líder no Senado, Carlos Portinho (RJ), afirmou que Nunes Marques pode contribuir para eleições consideradas mais justas pelo eleitorado. Outros aliados do ex-presidente Bolsonaro também acompanharam a cerimônia.
Entre os presentes, o PL reuniu dirigentes como Valdemar Costa Neto e o senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato ao Planalto. O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto (PL-PB), disse confiar que o novo presidente observe a lei de forma estrita, diferente do que afirmaram críticos sobre gestões anteriores.
Entre na conversa da comunidade