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Paim ressalta programa federal para combater o crime organizado

Programa Brasil contra o Crime Organizado terá mais de R$ 11 bilhões para inteligência, integração federativa e combate à lavagem de dinheiro

À tribuna, em discurso, senador Paulo Paim (PT-RS).
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  • O senador Paulo Paim destacou, no plenário, o lançamento do programa Brasil contra o Crime Organizado, apresentado pelo governo federal.
  • O objetivo é enfrentar o crime organizado por meio de inteligência, integração entre os entes federativos e investimentos em segurança pública.
  • O programa prevê mais de R$ 11 bilhões em recursos diretos e linhas de financiamento para ações na área.
  • Eixos apontados: combate à lavagem de dinheiro, fortalecimento da investigação financeira, segurança prisional, maior esclarecimento de homicídios e combate ao tráfico de armas.
  • Também haverá mecanismos de apoio a estados e municípios, com linha de crédito para investimento em tecnologia e estrutura das forças de segurança.

O senador Paulo Paim (PT-RS) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (12), o lançamento do programa Brasil contra o Crime Organizado, apresentado pelo governo federal. A iniciativa busca um enfrentamento estruturado ao crime, com foco em inteligência, integração entre os entes federativos e investimentos em segurança pública.

Segundo Paim, o programa prevê mais de R$ 11 bilhões em recursos diretos e linhas de financiamento para ações na área. A soma inclui aportes para fortalecer a atuação das forças de segurança e apoiar iniciativas locais de combate ao crime organizado.

Os eixos do programa, conforme o próprio senador, incluem o combate à lavagem de dinheiro, a investigação financeira, a segurança no sistema prisional, o aumento da taxa de esclarecimento de homicídios e o combate ao tráfico de armas. Também há mecanismos de apoio a estados e municípios, com linha de crédito para tecnologia e infraestrutura das forças de segurança.

Paim ressaltou que não basta prender; é necessário desmontar esquemas de lavagem, recuperar ativos e cortar o fluxo ilícito que sustenta as organizações. O fortalecimento de forças integradas e de mecanismos de investigação financeira é visto como passo decisivo para a estratégia nacional.

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