- O relator da PEC da escala 6×1, Leo Prates, reuniu-se com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, nesta quinta-feira (14) para tratar do tema.
- Skaf lidera movimento no setor produtivo contrário à mudança da jornada de trabalho prevista na PEC.
- Em março, Skaf esteve em Brasília e pediu ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que o tema ficasse fora do calendário eleitoral.
- No mês passado, ele recebeu o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, em jantar na Fiesp, defendendo o adiamento do debate.
- A Fiesp acionou o Supremo Tribunal Federal, com mandado de segurança assinado por Ricardo Salles, questionando a constitucionalidade do PL do governo sobre o 6×1; decisão ainda não saiu.
- No mesmo dia, Leo Prates também se reuniu com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e com prefeitos da Frente Nacional de Prefeitos.
O relator da PEC que altera a escala 6×1, Leo Prates (Republicanos-BA), reuniu-se nesta quinta-feira (14) com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, para tratar do texto em pauta. A reunião ocorreu no âmbito das negociações sobre a proposta.
Skaf tem liderado o movimento do setor produtivo contra a PEC, divergindo da forma como o texto está sendo apresentado. O ativismo da entidade tem sido central no embate político em torno da pauta.
No começo de março, Prates esteve em Brasília e pediu, em reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e líderes da casa, que o tema ficasse fora do calendário eleitoral. A pressão busca manter o tema sob entendimento técnico.
No mês passado, Luiz Marinho participou de um jantar na Fiesp, no qual também defendeu o adiamento do debate sobre a PEC. A prática busca ganhar fôlego político para eventuais manobras.
A Fiesp articulou com o deputado Ricardo Salles um mandado de segurança no STF para questionar a constitucionalidade do PL do governo sobre o 6×1, enviado em regime de urgência. A ação está distribuída ao gabinete do ministro André Mendonça e aguarda decisão.
No mesmo dia da reunião com Skaf, Prates também se encontrou com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e com prefeitos da Frente Nacional de Prefeitos, em um movimento para alinhavar posições locais sobre o tema.
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