- A sabatina do ministro Benedito Gonçalves, indicado para o cargo de corregedor nacional de Justiça no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o período de 2026 a 2028, foi marcada para a quarta-feira (20) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
- Nesta quarta-feira (13), foi lido no colegiado o relatório do senador Cid Gomes (PSB-CE) referente ao Ofício 4/2026.
- Benedito Gonçalves tem mais de cinquenta anos de carreira no serviço público e quarenta e oito anos de atuação na magistratura; é formado em Direito com mestrado e especialização na área jurídica.
- Sua trajetória inclui funções como inspetor de alunos, papiloscopista da Polícia Federal e delegado de polícia, além de juiz federal desde 1988, desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região e ministro do Superior Tribunal de Justiça desde então.
- O CNJ, criado em 2004, tem como atribuição zelar pela autonomia do Judiciário e pela transparência administrativa e processual; entre os membros, o ministro do STJ exercerá a função de corregedor, com competências de receber denúncias, executar inspeções e correições, entre outras.
Foi marcada para a próxima quarta-feira (20) a sabatina do ministro Benedito Gonçalves, indicado para corregedor nacional de Justiça no CNJ, para o biênio 2026-2028. O anúncio ocorreu na CCJ, após a leitura do relatório do senador Cid Gomes (PSB-CE) nesta quarta (13).
Benedito Gonçalves possui mais de cinco décadas de atuação no serviço público, com 38 anos na magistratura. Formado em Direito, ele tem mestrado e especialização na área jurídica. Iniciou a carreira em funções públicas diversas, como inspetor de alunos no Rio e papiloscopista da Polícia Federal.
Antes de tornar-se juiz federal em 1988, Gonçalves atuou no Rio de Janeiro, no Paraná e no Rio Grande do Sul. Em 1998 foi promovido a desembargador do TRF da 2ª Região e, na década seguinte, chegou ao STJ, onde atua desde então.
O CNJ, criado em 2004, zela pela autonomia do Judiciário e pela melhoria da atuação jurídica no Brasil. O órgão foca no controle, na transparência administrativa e processual. O mandato dos seus membros é de dois anos, com possibilidade de recondução.
Como corregedor, Gonçalves exercerá funções executivas, de inspeção e de correição, recebendo denúncias e delegando atribuições a magistrados, entre outras competências. A sabatina está prevista para ocorrer na CCJ, com avaliação do Senado.
O relator da indicação destacou a origem humilde de Gonçalves e o percurso pela carreira pública, ressaltando a superação por meio de concurso. O presidente da CCJ, senador Otto Alencar, também elogiou a trajetória do magistrado e a conformidade com os requisitos da função.
Agência Senado (reprodução autorizada mediante citação)
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