- O Tribunal Superior Eleitoral vai financiar uma pesquisa para aprimorar urnas eletrônicas, no valor de R$ 11,5 milhões.
- A parceria é entre o Tribunal e o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
- O objetivo é uma colaboração de longo prazo voltada à excelência técnica do sistema de votação brasileiro.
- O convênio destina-se a atividades de Pesquisa e Desenvolvimento, com foco na análise técnica dos componentes eletrônicos para assegurar os mais altos padrões de segurança e desempenho.
- O Centro de Tecnologia da Informação atua como braço de suporte científico ao TSE, auditando a qualidade física dos equipamentos e sugerindo melhorias na arquitetura de hardware para futuras gerações de urnas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) firmou uma parceria com o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), para aprimorar as urnas eletrônicas. O acordo prevê um investimento de 11,5 milhões de reais em atividades de Pesquisa e Desenvolvimento.
A iniciativa tem foco na análise técnica dos componentes eletrônicos, com o objetivo de assegurar elevados padrões de segurança e desempenho do sistema de votação brasileiro. A medida integra uma atuação de longo prazo para fortalecer a excelência técnica das urnas.
Papel do Renato Archer
Segundo a pasta, o CTI atua como braço de suporte científico ao TSE, auditando a qualidade física dos equipamentos e sugerindo melhorias na arquitetura de hardware para futuras gerações de urnas. Os detalhes de engenharia permanecem restritos à equipe de segurança do TSE e do CTI.
Objetivo da parceria
A parceria visa atender necessidades de segurança, confiabilidade e desempenho das urnas, com revisões técnicas periódicas ao longo do tempo. O acordo está estruturado para manter os padrões técnicos exigidos pelo sistema eleitoral brasileiro.
Entre na conversa da comunidade