- O presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, afirmou que a corte atuou dentro de seu dever de fiscalizador de segunda ordem no caso da liquidação do Banco Master pelo Banco Central.
- Em entrevista ao Valor, ele disse ter confiança nos membros da Corte diante de relatos sobre possíveis delações de ministros no âmbito do processo criminal.
- Vital do Rêgo está no segundo e último ano à frente do Tribunal de Contas da União.
- O ministro defende ampliar o apoio a gestores públicos nos estados.
- O TCU deve lançar neste ano um painel para monitorar emendas, conforme a reportagem.
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, afirmou que a corte atuou dentro do seu dever de fiscalizador de segunda ordem ao analisar a liquidação do Banco Master pelo Banco Central. A declaração foi feita em entrevista ao Valor Econômico.
Segundo ele, o TCU manteve a atuação institucional com foco em controle externo, sem extrapolar suas competências. Vital do Rêgo também mencionou confiança nos integrantes do tribunal diante de questionamentos sobre possíveis delações envolvendo ministros no âmbito do processo criminal relacionado ao caso.
Vital do Rêgo está no seu segundo e último ano à frente do TCU, que atua como órgão de controle das contas públicas. O presidente enfatizou a necessidade de apoio a gestores públicos nos estados, no contexto de fortalecer a fiscalização administrativa.
Painel para monitorar emendas
O TCU planeja lançar neste ano um painel para monitorar a aplicação de emendas parlamentares. A iniciativa visa ampliar a transparência e o acompanhamento de recursos enviados por parlamentares a estados e municípios. A medida deve contribuir para o acompanhamento de repasses e usos de verbas públicas. Fonte: Valor Econômico.
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