- O senador Efraim Filho, no Plenário, criticou o modelo de financiamento do SUS e a fragmentação da rede, afirmando que isso causa demora no acesso a consultas, exames e cirurgias.
- Ele destacou que o problema não são números, e sim vidas, defendendo mudança estrutural e maior prioridade para quem realmente precisa.
- O parlamentar citou o médico Marcelo Queiroga como referência e mencionou uma proposta de criar uma unidade de referência para reorganizar os repasses e viabilizar um modelo baseado em resultados e qualidade.
- Efraim afirmou que o Brasil paga por procedimento, não por resolver o problema do paciente, citando exemplos de países que já adotam o modelo de valor.
- Segundo ele, Reino Unido, Suécia, Holanda e Canadá já utilizam sistemas universais baseados no valor, com pagamento por resultado e avaliação de qualidade, colocando o paciente no centro das decisões.
O senador Efraim Filho (PL-PB) pediu mudanças no financiamento do SUS e na organização da rede de saúde, em discurso no Plenário na quarta-feira (13). Ele afirmou que a demora no acesso a consultas, exames e cirurgias está ligada a distorções no modelo de financiamento e à fragmentação da rede.
Segundo o parlamentar, a prioridade debe ser eficiente e centrada no paciente, não apenas aumentar números de procedimentos. Ele disse que o problema é estrutural e que há risco de desperdício se não houver mudanças.
Efraim citou o médico e ex-ministro Marcelo Queiroga como referência para debater gestão e eficiência no SUS. O senador mencionou a proposta de criar uma unidade de referência para reorganizar repasses e facilitar a transição para um modelo baseado em resultados e qualidade do atendimento.
Ele afirmou que o pagamento por procedimento não resolve o problema do paciente e citou avanços internacionais. O Brasil precisaria migrar para modelos que valorizam o resultado e a qualidade, conforme o parlamentar.
A ideia, segundo o texto citado pelo senador, é pagar pelo valor entregue ao paciente, não apenas pelo número de ações realizadas. O tema envolve discussão sobre reformas de financiamento e governança do sistema público de saúde.
Fonte: Agência Senado (reprodução autorizada mediante citação).
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