- Áudio divulgado mostra o senador Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse” sobre a vida de Jair Bolsonaro.
- Flávio admitiu os pedidos, afirmou que se tratavam de recursos privados e negou irregularidades, defendendo uma CPI do Master para “separar os inocentes dos bandidos”.
- Veículos internacionais destacam o episódio como crise de proporções incalculáveis que pode abalar a pré-campanha de Flávio, principal opositor de Lula nas eleições.
- A agência EFE mencionou que a revelação causou alvoroço no Brasil, citando o envolvimento de Vorcaro, preso por um escândalo de corrupção que atinge políticos e juízes.
- A Reuters informou que as bolsas brasileiras oscilaram, com o real desvalorizando mais de 2% e o Ibovespa fechando em queda de 1,8%.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi alvo de divulgação de um áudio em que cobra dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O material também envolve o Banco Master. A revelação teve ampla repercussão internacional.
Flávio admitiu ter feito os pedidos, afirmando que os recursos eram privados e não de recursos públicos. O senador também defendeu a criação de uma CPI do Master para esclarecer as relações entre empresários e políticos.
Segundo fontes brasileiras, o áudio gerou alvoroço no país, com Vorcaro sob investigação. O caso envolve preocupações sobre financiamento de campanhas e influência de financiadores privados. Flávio Bolsonaro disse que não há irregularidades.
Repercussão internacional
O La Nación, da Argentina, descreveu o episódio como “crise de proporções ainda incalculáveis” e citou impactos na pré-campanha do político. A agência espanhola EFE destacou a repercussão no Brasil mesmo com a prisão de Vorcaro.
A Associated Press (USA) mencionou que a divulgação pode prejudicar a candidatura de Flávio à presidência, marcada para outubro. A Reuters ressaltou oscilações no mercado brasileiro diante das informações, com queda do dólar e do Bovespa.
Desdobramentos financeiros
A moeda brasileira fechou acima de 5 por dólar pela primeira vez neste mês, com desvalorização superior a 2%. O Ibovespa encerrou em queda de 1,8%, em meio a dúvidas sobre vínculos entre o setor financeiro e o meio político.
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