- Lula cobrou nesta quinta-feira a regulamentação da inteligência artificial.
- O pedido veio em discurso durante a entrega de imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida na Bahia, com a presença dos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar.
- O presidente afirmou que a IA pode ajudar em saúde, educação e tecnologia, mas questionou seu uso em eleições e pediu discussão legislativa baseada em fatos.
- Ele enfatizou o risco de desinformação e afirmou que as pessoas devem votar com informações verdadeiras.
- A fala ocorreu após conversa com o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, na posse dele à presidência do Tribunal Superior Eleitoral.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou nesta quinta-feira regulamentação da inteligência artificial durante discurso em uma fábrica de fertilizantes na Bahia, no contexto da entrega de imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida. Estavam presentes o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo, e o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ.
Segundo Lula, é preciso discutir, de forma legislativa, como a IA pode ser usada com responsabilidade, especialmente em processos eleitorais. O objetivo é evitar que a tecnologia interfira no pleito ou contribua para a produção de desinformação.
O presidente citou utilidades da IA em saúde, educação e tecnologia, mas ressaltou a necessidade de manter a veracidade no voto. Disse que “pessoas precisam votar em coisas verdadeiras” e não em mentiras.
Contexto e desdobramentos
Lula mencionou ainda um diálogo com o ministro do STF, Kassio Nunes Marques, durante a posse dele como presidente do TSE. O relato sugere cautela em relação ao uso da IA em campanhas eleitorais, com ênfase na proteção do processo democrático.
Não houve detalhamento sobre medidas específicas de regulação ou prazos. O discurso ocorreu no estado nordeste, em meio a debates sobre tecnologia, informação e integridade eleitoral.
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