- Segunda fase da Operação Padrão foi deflagrada nesta quinta-feira (14) e envolve investigação em Espinosa e Mamonas, no Norte de Minas.
- A apuração apura fraude em energia, lavagem de dinheiro e compra de votos.
- Um ex-parlamentar é apontado como possível líder do grupo; três pessoas e três empresas também são investigadas.
- A Polícia Civil bloqueou R$ 1 milhão e determinou o sequestramento de bens durante a ação.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou nesta quinta-feira (14) a segunda fase da Operação Padrão, que investiga fraude em Espinosa e Mamonas. O foco é um esquema ligado a energia, lavagem de dinheiro e compra de votos no Norte de Minas.
Segundo a PCMG, o alvo é um ex-parlamentar apontado como possível líder do grupo. Estão sob investigação três pessoas e três empresas ligadas ao esquema. A apuração envolve desvios no setor de energia da região.
Durante as primeiras diligências, a Polícia Civil bloqueou aproximadamente R$ 1 milhão em ativos vinculados aos investigados. Além disso, houve o sequestro de bens para assegurar eventual ressarcimento à administração pública.
A operação busca esclarecer repasses financeiros e a origem de recursos destinados a supostos ilícitos eleitorais, bem como a participação de empresas na prática. O inquérito envolve cooperação entre unidades regionais da polícia.
Ainda não houve prisões anunciadas oficialmente. As investigações continuam para confirmar participação, relações entre os investigados e o desenho financeiro do esquema no interior do estado.
Investigação em andamento
A PCMG não divulgou detalhes de documentos ou de procedimentos futuros, mantendo, porém, o ritmo das diligências para mapear a cadeia de pagamentos e os beneficiários finais. Fontes da investigação não comentaram oficialmente.
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