- Painel GOV.BR no SPIW contou com Francisco Forbes (presidente do Prodam), Gileno Barreto (presidente do Prodesp) e Débora Bortolasi (vice-presidente de B2B da Vivo) para debater inovações no serviço público.
- Forbes destacou o uso do sistema SEI na Prefeitura de São Paulo, associando-o a mais segurança, eficiência e rastreabilidade.
- O presidente do Prodam afirmou que a inovação no serviço público precisa andar junto com a racionalização da administração, dizendo: “Não adianta digitalizar processo burro.”
- Barreto classificou a transformação digital do Estado como um “banho de loja” e apontou avanços no atendimento pelo Poupatempo.
- Ele ressaltou a parceria entre Prodam e Prodesp, mas alertou que muitos processos de empresas públicas ainda não foram digitalizados e ainda operam no papel.
Durante o São Paulo Innovation Week (SPIW), especialistas debateram a digitalização dos serviços públicos e as inovações voltadas a desburocratizar a administração. O evento ocorreu no Pacaembu e na FAAP, reunindo autoridades e executivos do setor público e privado.
O painel Governo Digital – GOV.BR contou com Francisco Forbes, presidente do Prodam, Gileno Barreto, presidente do Prodesp, e Débora Bortolasi, vice-presidente de B2B da Vivo. A mediação ficou a cargo de André Tomiatto, chefe de gabinete do Prodam.
Forbes destacou a implementação do sistema SEI pela Prefeitura de São Paulo, apontando ganho de segurança, eficiência e rastreabilidade. A aposta é usar a digitalização para tornar processos mais ágeis sem perder controle.
Segundo Barreto, a transformação digital do estado ganhou impulso nos últimos anos, com foco em atendimentos como o Poupatempo. Ele enfatizou a cooperação entre Prodam e Prodesp para criar soluções, mas alertou sobre muitos processos ainda em formato físico nas entidades públicas.
Transformação digital e gestão de processos
O gestor afirmou que há um volume considerável de procedimentos que ainda não foram digitalizados nas organizações estaduais. Em alguns casos, serviços de tecnologia operam com base em papel, o que representa gargalos para a eficiência pública.
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