- Roberto Sánchez, da esquerda, ficou em segundo lugar no primeiro turno da eleição presidencial do Peru, realizado em 12 de abril, com 100% dos votos apurados.
- O resultado coloca Sánchez no confronto direto com Keiko Fujimori no segundo turno, marcado para 7 de junho.
- A contagem de votos levou um mês para ser concluída, após o pleito.
- Durante o processo, houve alegações de fraude, principalmente feitas pelo candidato de direita Rafael López Aliaga, que ficou atrás de Sánchez por grande parte da apuração.
- A disputa no segundo turno ocorre em um momento de turbulência política no país.
O candidato de esquerda Roberto Sánchez garantiu o segundo lugar no primeiro turno da eleição presidencial do Peru, realizado em 12 de abril, com 100% dos votos apurados, conforme a contagem oficial.
A vitória o coloca frente a frente com Keiko Fujimori no segundo turno, marcado para 7 de junho.
A apuração, que durou um mês, alimentou disputas políticas no país, com acusações de fraude.
A apuração foi realizada pela Justiça Eleitoral peruana após o pleito.
Candidato Rafael López Aliaga, da direita, ficou por pouco atrás de Sánchez durante a maior parte do processo, gerando controvérsia sobre as margens da votação.
Contagem e desdobramentos
O tema central foi a validação dos resultados e as reclamações de irregularidades apresentadas por López Aliaga.
Autoridades mantiveram a comunicação de que o escrutínio ocorreu dentro das normas eleitorais e sem evidências de fraude sistêmica até o momento.
Em jogo no segundo turno
O duelo entre Sánchez e Fujimori ocorrerá em 7 de junho, em todo o território peruano.
O pleito será disputado em um contexto de polarização política e tensão institucional, com a campanha ainda em desenvolvimento.
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