- O senador Flávio Dino anunciou, nesta sexta-feira (15), que abrirá um processo para investigar supostos direcionamentos de emendas parlamentares.
- Em entrevista à CNN Brasil, Flávio Bolsonaro negou que parte do dinheiro destinado à produção do filme Dark Horse tenha vindo de emendas.
- Ele afirmou que Mário Frias informou ter sido investigado e não ter ocorrido erro, e que não há vinculação entre as emendas e o filme.
- Disse ainda que os deputados irão esclarecer, de forma transparente, para onde foi esse recurso.
- A reportagem está em atualização.
Na última sexta-feira, 15, Flávio Dino confirmou que abriu um processo para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares. O objetivo é esclarecer possíveis desvios de recursos públicos. A ação, segundo o ministro, busca transparência e rastreabilidade dos valores.
Ainda segundo Dino, as apurações possuem base institucional e visam identificar responsabilidades. Não houve detalhamento sobre quais emendas teriam sido alvo da investigação. O anúncio ocorreu em meio a movimentos políticos presentes no cenário nacional.
Paralelamente, Flávio Bolsonaro, pré-candidato pelo PL, negou em entrevista à CNN Brasil que parte do dinheiro destinado ao filme Dark Horse tenha partido de emendas parlamentares. Ele citou Mário Frias, que informou ter sido investigado e não ter ocorrido irregularidade, reforçando que deputados devem esclarecer a origem dos recursos.
Esclarecimentos sobre o financiamento
A defesa de Bolsonaro informou que não houve vinculação entre as emendas e o filme. A versão apresentada aponta que o montante discutido teria outra origem e que a documentação deverá ser apresentada pelos deputados envolvidos. Não houve confirmação oficial sobre quais recursos seriam apontados como indiscriminadamente ligados ao projeto.
A notícia permanece em desenvolvimento, com atualizações esperadas sobre as investigações e depoimentos futuros. As informações disponíveis até o momento foram veiculadas pela CNN Brasil, citando as declarações de Bolsonaro e Frias.
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