- Rogério Marinho, Flávio Bolsonaro e Fabiano Contarato assinaram o requerimento de criação da CPMI do Banco Master, segundo o senador Carlos Viana.
- O pedido foi protocolado no Congresso no dia treze; governo ainda não assinou, segundo Viana.
- Há resistência entre parlamentares governistas, que temem envolvimento de deputados no esquema.
- Cabo Gilberto afirmou que não houve acordo com o presidente do Senado e que não haverá recuo no pedido de abertura da CPI.
- A frente de oposição sustenta a CPMI, mas a pauta ainda não avançou no Congresso mesmo com o número mínimo de assinaturas.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o senador Fabiano Contarato (PT-ES) assinaram o requerimento para a criação da CPMI do Banco Master. A informação foi divulgada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG) nas redes sociais.
Segundo Viana, o pedido foi protocolado no Congresso Nacional no dia 13. Ele afirma que o documento já recebeu assinaturas, mas que líderes governistas ainda não aderiram à iniciativa. A proposta busca apurar fraudes associadas ao Banco Master.
No córner político, parlamentares governistas não comentaram o andamento, e o tema tem provocado resistência. A oposição sustenta que a comissão é necessária e não envolve acordos políticos, apenas apuração de responsabilidades.
Oposição e governo divergem sobre acordos envolvendo uma eventual abertura de CPI. Cabo Gilberto (PL-PB), líder da oposição na Câmara, negou qualquer acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e manteve o apoio à instalação da CPI. Ele afirma que a pauta não é política, mas uma necessidade do país.
A íntegra da tramitação do pedido segue em aberto no Congresso, com a possibilidade de novas assinaturas e deliberações, conforme desdobramentos dos próximos dias.
Entre na conversa da comunidade