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Governo interino do Rio celebra operação contra Castro

Operação da Polícia Federal contra a Refit é usada pelo governo interino do Rio para justificar revisões e exonerações, mirando ex-governador Cláudio Castro e empresário Ricardo Magro

Medidas de Ricardo Couto estavam sendo mal vistas por servidores remanescentes da gestão Castro
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  • Integrantes do governo interino do Rio comemoraram a operação da Polícia Federal que investiga supostas fraudes fiscais na Refit, antiga Refinaria Manguinhos.
  • Entre os alvos estão o ex-governador Cláudio Castro e o empresário Ricardo Magro, dono da refinaria.
  • A ação ocorreu nesta sexta-feira, 15 de maio.
  • Desde que assumiu, o governador interino Ricardo Couto tem promovido uma devassa na administração estadual e a PF pode voltar a ser usada para justificar revisões e exonerações.
  • Servidores remanescentes da gestão Castro teriam visto as medidas de Couto com ressalva, segundo a imagem divulgada da ocasião.

A Polícia Federal deflagrou uma operação nesta sexta-feira, 15, no Rio de Janeiro, para investigar supostas fraudes fiscais envolvendo a Refino Refit, antiga Refinaria Manguinhos. A ação é parte de apurações sobre irregularidades no grupo, segundo as autoridades.

Integrantes do governo interino do Rio de Janeiro divulgaram, nesta manhã, que a operação reforça o não tolerado com desvios na gestão pública. O anúncio envolve medidas adotadas para revisões administrativas e exonerações, segundo o governo.

Entre os alvos da ação estão o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o empresário Ricardo Magro, dono da refinaria. O governo afirma que a operação será utilizada para fundamentar revisões e mudanças na gestão, sem indicar novos nomes ou prazos.

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