- Em novembro de 2025, a operação da Polícia Federal mira o grupo Refit, de Ricardo Magro, com bloqueio de R$ 10 bilhões em bens.
- A ação em São Paulo, apelidada Poço de Lobato, é uma das maiores ações contra sonegação fiscal e lavagem de dinheiro ligadas ao setor de combustíveis.
- As investigações apontam uso de uma estrutura empresarial para ocultação patrimonial e inadimplência tributária sistemática, com empresas vinculadas e blindagem financeira.
- A força-tarefa envolvida incluiu Receita Federal, Ministério Público, Polícia Civil de São Paulo, Secretaria da Fazenda de São Paulo e o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-SP).
- Em maio de 2025, o governador Tarcísio de Freitas desistiu de participar de um evento em Nova York patrocinado pela Refit, após repercussão negativa sobre a aproximação entre Magro e a política.
A operação promovida pela Receita Federal, pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de São Paulo resultou no bloqueio de 10 bilhões de reais em bens ligados ao Grupo Refit, do empresário Ricardo Magro. A ação ocorreu em novembro de 2025, após investigações sobre ocultação patrimonial e inadimplência tributária.
Antes da operação de novembro, houve a ação Poço de Lobato, em São Paulo, considerada uma das maiores contra esquemas de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. A operação envolveu uma força-tarefa entre órgãos estaduais e federais.
A investigação aponta uso de uma complexa estrutura empresarial para blindagem patrimonial e fraude fiscal continuada pelos responsáveis pelo grupo Refit. A ação também envolve apurações sobre empresas vinculadas e estruturas financeiras.
Contexto da operação
Em maio de 2025, Tarcísio de Freitas desistiu de participar de um evento em Nova York patrocinado pela Refit, após repercussão negativa sobre Ricardo Magro na política. O encontro reuniria autoridades e lideranças políticas, entre eles Cláudio Castro e Ciro Nogueira.
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