- Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, abriu uma queixa-crime no STF contra o deputado Ricardo Salles por calúnia e difamação.
- O motivo é a declaração de Salles, em podcast, de que “a turma do Valdemar é que roubava no Ministério dos Transportes e no DNIT”.
- A defesa de Valdemar afirma que ele “nunca sofreu qualquer persecução criminal pelos fatos que lhe foram atribuídos”.
- A menção envolve o governo de Dilma Rousseff e o ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, demitido por suspeitas de corrupção; Tarcísio de Freitas, então diretor-executivo do DNIT, hoje governador de São Paulo.
- Salles deixou o PL em 2024 após não conseguir apoio para concorrer à prefeitura de São Paulo.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ingressou com uma queixa-crime contra o deputado Ricardo Salles no STF, por calúnia e difamação. O acionamento ocorre após Salles afirmar, em podcast, que a turma de Valdemar roubava no Ministério dos Transportes e no DNIT.
Segundo a defesa de Valdemar, o parlamentar afastou o assunto com base em declarações que, em seu entendimento, extrapolam limites e constituem ataques pessoais. A queixa-crime sustenta que Valdemar não respondeu a inquéritos ou processos envolvendo os fatos citados.
Contexto histórico no governo
A acusação envolve referências ao governo Dilma Rousseff, especialmente ao ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, demitido sob suspeitas de corrupção. Na época, Tarcísio de Freitas foi nomeado diretor-executivo do DNIT, vinculado ao ministério.
Situação recente e desfecho
Salles deixou o PL em 2024 após não obter apoio para concorrer à prefeitura de São Paulo. A queixa-crime tramita no STF, apontando calúnia e difamação envolvendo dirigentes do partido. A defesa afirma que não houve persecução criminal contra Valdemar.
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