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Ciro Gomes confunde gesto com símbolo do Comando Vermelho

Pré-candidato interrompe discurso ao interpretar gesto como símbolo do Comando Vermelho e recua no Ceará

Ciro Gomes recuou depois de constatar o erro de interpretação. "Comando Vermelho aqui vai pra cadeia", afirmou.
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  • Durante o lançamento da pré-candidatura ao governo no Ceará, Ciro Gomes interrompeu o discurso para pedir a prisão de um apoiador, alegando que ele fazia o símbolo do Comando Vermelho; ele recuou ao perceber o erro de interpretação e repetiu a frase “Comando Vermelho aqui vai pra cadeia”.
  • O ex-ministro afirmou que o Ceará deve ser governado pelos cearenses e criticou os governantes do estado, classificados como frouxos.
  • O discurso destacou o combate ao crime organizado e às facções como eixo da pré-candidatura, dizendo que grupos criminosos tomaram conta do Ceará e espalham medo.
  • Ciro citou falhas na segurança pública, como a falta de investimentos na contratação de delegados e na ampliação de delegacias de plantão, além de problemas na área da saúde, chamando o setor de caos.
  • Na pauta fiscal, defendeu recuperação da capacidade de investimento do estado, criticou o PT e revelou planos de montagem da chapa: Roberto Cláudio como vice-governador e Capitão Wagner como candidato ao Senado.

Ciro Gomes interrompeu o lançamento de sua candidatura ao governo do Ceará para pedir a prisão de um apoiador, após entender errado o gesto feito pelo público. Ele afirmou que o gestual era o símbolo do Comando Vermelho e pediu que o homem fosse preso. Em seguida, o ex-ministro recuou ao perceber o equívoco.

No discurso, Ciro criticou governantes locais, chamando-os de frouxos, e disse que o Ceará deve ser governado pelos cearenses. O ex-ministro enfatizou o combate ao crime organizado e às facções como eixo central de sua pré-candidatura, alegando que grupos criminosos teriam tomado o estado e espalhado medo.

Além da segurança, o candidato apontou problemas na saúde e na gestão pública. Afirmou que faltam investimentos na contratação de delegados e na ampliação de delegacias de plantão. Também citou caos na saúde, com filas para cirurgias e falhas no sistema de regulação.

Ciro criticou o que chamou de uso político da saúde e o que classificou como loteamento político da rede estadual. Na área fiscal, defendeu a recuperação da capacidade de investimento do Ceará, alegando déficit financeiro e obras paralisadas sob a gestão atual.

O ex-ministro atacou o PT, chamando o partido de corrupto e desastroso na administração do estado. Afirmou que, para ser candidato pelo partido, seria preciso ter ficha suja e relação com facções criminosas.

Ciro Gomes é filiado ao PSDB. Ele disse pretender convidar Roberto Cláudio para compor a chapa como vice-governador. Ainda apontou Capitão Wagner como o candidato ao Senado pelo grupo.

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