- Intercept Brasil publicou que Metrópoles e Estadão teriam se exposto mutuamente ao revelar recebimentos milionários ligados a Daniel Vorcaro.
- Metrópoles teria recebido R$ 27,2 milhões do Banco Master, com os valores supostamente repassados a empresas ligadas ao dono do portal.
- Segundo o Intercept, uma operação financeira teria injetado R$ 142 milhões no Estadão, envolvendo, em parte, empresa controlada por Maurício Quadrado, sócio de Vorcaro.
- A publicação aponta troca de acusações entre os veículos, com revelações sobre movimentações financeiras e relações com o Banco Master.
- O contexto envolve mensagens entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, com indicação de acordo para financiar o filme Dark Horse, de Jair Bolsonaro, por cerca de US$ 24 milhões.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, aparece envolvido em acusações entre veículos de imprensa. Utilizando a exposição de dados financeiros, o Intercept Brasil afirma que Estadão e Metrópoles teriam revelado recebimentos milionários vinculados a Vorcaro. As informações incluem valores citados de até R$ 27,2 milhões e R$ 142 milhões.
Segundo a publicação, o Metrópoles teria informado que uma operação financeira repassou R$ 142 milhões ao Estadão, envolvendo parcialmente uma empresa controlada por Maurício Quadrado, sócio de Vorcaro. A acusação envolve movimentações entre veículos e empresas associadas ao Banco Master.
A discussão é apresentada pelo Intercept Brasil como uma troca de acusações entre Estadão e Metrópoles, com revelações cruzadas sobre repasses financeiros e vínculos empresariais ligados a Vorcaro. A matéria também menciona a relação de Vorcaro com outras figuras públicas no período.
Contexto
No dia 13 de maio, o Intercept Brasil publicou reportagem sobre possível relação entre o senador Flávio Bolsonaro e Vorcaro. A matéria aponta mensagens de WhatsApp atribuídas a Flávio Bolsonaro em tom de apoio.
De acordo com a publicação, as mensagens fariam parte de uma sequência de conversas que incluiria o compromisso de Vorcaro em financiar a produção do filme Dark Horse, uma cinebiografia de Jair Bolsonaro, com valor estimado de US$ 24 milhões (aprox. R$ 134 milhões na cotação da época).
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