- Repercussão entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro adiou os planos do PL para a PEC da Anistia.
- O partido esperava ter pelo menos cento setenta e uma assinaturas até a quinta-feira, mas terminou com cento e dezoito apoiadores.
- O atraso frustrou o cronograma do autor da PEC e líder do PL, Sóstenes Cavalcante.
- Depois do áudio envolvendo Flávio, a prioridade foi discutir a crise internamente, sem buscar assinaturas de outras bancadas.
- A matéria descreve o adiamento e as dificuldades, sem indicar aprovação da proposta.
O PL atrasou o impulso da PEC da Anistia após a relação entre Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato, e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ganhar repercussão. A esta altura, a campanha ficou paralisada pela crise associada ao empresário.
O partido esperava atingir o mínimo de 171 assinaturas para apresentar a proposta de perdão total a envolvidos no 8 de Janeiro. Ao final da semana, o endosso foi de 118 deputados, abaixo da meta anunciada pelo grupo.
Essa queda de expectativa ocorreu ainda durante o período em que Sóstenes Cavalcante, líder do PL, coordenava a articulação. Com o áudio envolvendo Flávio, o foco passou a ser as discussões internas, em vez de buscar adesões adicionais de bancada.
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