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Estátua dourada de Trump em resort de golfe é comparada a bezerro de ouro

Estátua dourada de Trump no resort de Miami desperta críticas de idolatria e acende debate entre religiosos sobre veneração

Estátua dourada de Donald Trump — Foto: Reprodução redes sociais
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  • Uma estátua dourada, feita em bronze e revestida com folhas de ouro, foi instalada no percurso Blue Monster do Trump National Doral, em Miami, para homenagear Donald Trump.
  • A obra, chamada “Don Colossus”, tem entre quatro e meio e seis vírgula sete metros de altura e retrata o ex-presidente com o punho direito ergido.
  • A inauguração ocorreu no dia seis de maio, com a participação de líderes religiosos, incluindo o pastor Mark Burns, aliado de Trump.
  • Segundo o The Columbus Dispatch, a peça foi encomendada em agosto de 2024 pelo grupo de criptomoedas Patriot, que pagou trêscentos mil dólares pela escultura em bronze e mais sessenta mil dólares pelo revestimento de ouro.
  • Críticos a consideram idolatria, comparando a estátua a um “bezerro de ouro”, enquanto Burns defendeu a obra como uma homenagem e símbolo de resiliência.

Uma estátua dourada dedicada a Donald Trump causou polêmica no Trump National Doral, resort de golfe em Miami. A obra fica no percurso Blue Monster e é descrita como bronze revestido por folhas de ouro. Foi instalada no dia 6 de maio.

A peça é chamada Don Colossus e tem entre 4,5 e 6,7 metros de altura, conforme o Washington Post. O busto retrata Trump com o punho direito erguido, gesto remanescente de um momento ocorrido em julho de 2024, em Butler, Pensilvânia.

O grupo Cripto Patriot, identificado pelo jornal The Columbus Dispatch, encomendou a obra em agosto de 2024. O custo total informado foi de US$ 360 mil, distribuídos entre o bronze e o revestimento com ouro. O escultor é Alan Cottrill, segundo a matéria.

Detalhes da obra

A inauguração contou com a participação de líderes religiosos, cristãos e judeus. Mark Burns, pastor e conselheiro espiritual de Trump, presidiu o evento, conforme cobertura local.

A obra gerou críticas por ser vista como idolatria, com referências bíblicas ao bezerro de ouro. Gomes de comunidades religiosas defenderam a peça como símbolo de honra e resiliência, segundo reportagens locais.

Reações e contexto

A polêmica suscitou comparações com a série The Boys, que traz cenas de elogio a figuras centrais por meio de símbolos, gerando debates sobre arte pública e política. Produtor da série comentou publicamente sobre as semelhanças com a cena.

Fontes citadas incluem o Washington Post e The Columbus Dispatch, que detalham procedência, custos e contexto de instalação. A cobertura evita comentários sobre mérito político, limitando-se a apresentar fatos verificados.

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