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Apenas 32% das pessoas se sentem seguras na cidade em que vivem

Instituto Sou da Paz aponta insegurança: 32% da população se sente segura; 26% entre mulheres; 82% apoiam câmeras em policiais e 73% dizem que mais armas aumentam violência

Rio de Janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Câmeras corporais devem ser usadas por tropas de elite da polícia do Rio após determinação do STF. Foto: Philippe Lima/Governo do Rio
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  • 32% das pessoas se sentem seguras na cidade onde moram; entre as mulheres, o índice é de 26%.
  • 82% são favoráveis ao uso de câmeras corporais por policiais, e 65% acreditam que é preciso uma polícia melhor e mais preparada.
  • 55% defendem a aplicação das leis existentes a todos os criminosos, enquanto 39% apoiam o aumento de penas.
  • 77% entendem que armas compradas legalmente podem ser usadas em atos violentos quando roubadas, e 73% dizem que mais armas na circulação geram mais violência.
  • 83% identificaram violência contra a mulher presente nas cidades.

A pesquisa do Instituto Sou da Paz, realizada pela Oma Pesquisa, aponta que apenas 32% dos brasileiros se sentem seguros na cidade onde vivem. O levantamento foi realizado entre novembro e dezembro de 2025, de forma nacional, com 1.115 entrevistas presenciais, pessoais e domiciliares.

O estudo mostra que 82% dos entrevistados apoiam o uso de câmeras corporais por policiais como recurso de proteção. Além disso, 65% consideram necessária uma polícia mais bem preparada e valorizada.

Entre os dados de percepção, 55% acreditam que as leis atuais devem ser aplicadas a todos os criminosos, enquanto 39% defendem o aumento de penas. Sobre armas, 77% entendem que armas legalmente compradas podem ser utilizadas em atos violentos quando roubadas, e 73% afirmam que mais armas em circulação aumentam a violência.

A percepção sobre violência e segurança diverge por gênero: apenas 26% das mulheres se sentem seguras na cidade, em contraste com 32% da população geral. Entre os entrevistados, 83% identificaram violência contra a mulher em suas cidades.

Caminhos para a segurança pública

O instituto recomenda prioridades significativas para os próximos anos: proteger meninas e mulheres, fortalecer policiais, enfrentar o crime organizado, reduzir roubos e retirar armas ilegais de circulação. A ideia é apostar em eficiência, prevenção e uso de tecnologia dentro do marco legal.

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