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Dino afirma ter sido ameaçado de morte por funcionária de companhia aérea

Ministro Flávio Dino denuncia ameaça de morte por funcionária de companhia aérea em aeroporto de São Paulo; apelo para campanhas de educação cívica nas empresas

Brasília (DF), 02/02/2026 - O ministro do STF, Flávio Dino, participa da abertura do Ano Judiciário de 2026 do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, disse ter sido alvo de ameaça de morte feita por uma funcionária de uma companhia aérea, em um aeroporto de São Paulo, pela manhã desta segunda-feira, 18.
  • Segundo Dino, a funcionária afirmou a um agente da polícia judicial que tinha a “vontade de xingá-lo” e que seria “melhor matar do que xingar”.
  • Dino pediu que as empresas promovam campanhas de educação cívica, principalmente antes das eleições de outubro.
  • O presidente do STF, ministro Edson Fachin, divulgou nota de condenação à ameaça e ressaltou a importância da civilidade, tolerância e respeito mútuo.
  • A assessoria de Dino não forneceu mais detalhes sobre o ocorrido.

O ministro Flávio Dino, do STF, afirmou nas redes sociais ter sido alvo de uma ameaça de morte envolvendo uma funcionária de uma companhia aérea. O incidente ocorreu na manhã desta segunda-feira, em um aeroporto de São Paulo, conforme relato do ministro.

Segundo Dino, a funcionária disse a um agente da polícia judicial que tinha a intenção de xingá-lo e, em seguida, afirmou que seria melhor matar do que xingar. Ele explicou que não a conhece e que a afirmação pode derivar de sua atuação no STF.

Ainda de acordo com o ministro, o episódio ocorreu durante a conferência de um cartão de embarque com seu nome. Ele reforçou que campanhas de educação cívica nas empresas são importantes, especialmente antes das eleições de outubro, para reduzir o risco de agressões.

Fachin condena a ameaça

Em nota à imprensa, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, condenou o ocorrido e pediu solidariedade ao colega. Afirmou que divergências de ideias não devem abrir espaço para violência nem para agressões pessoais.

Fachin ressaltou a necessidade de civilidade, tolerância e paz social. O ministro afirmou que o Brasil precisa de serenidade e de respeito mútuo para coexistir nas diferenças, sem violar a dignidade humana.

A assessoria do ministro Dino não forneceu mais detalhes sobre o caso. A Procuradoria do STF não divulgou informações adicionais no momento.

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