- Oito de cada dez brasileiros, 68%, são a favor do fim da escala de trabalho 6×1; 22% são contrários e 10% não opinaram.
- O apoio caiu em relação a dezembro de 2025, quando 72% aprovavam e 24% eram contra.
- Regionalmente, o Nordeste lidera com 72% de aprovação; o Sul tem 63% a favor e 29% contra; no Sudeste, 47% acompanham o debate de perto.
- Em relação à renda, 70% de quem recebe até dois salários mínimos apoiam; 68% entre dois e cinco salários mínimos; 62% acima de cinco salários mínimos.
- Aทาง distribuição por tendências políticas mostra 76% dos chamados lulistas a favor, 88% da esquerda não lulista; entre bolsonaristas, 44% são a favor e 42% contrários; entre a direita não bolsonarista, 55% aprovam. A pesquisa envolveu 2.004 entrevistas entre 8 e 11 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais.
O fim da escala 6×1 no Brasil tem 68% de apoio entre os brasileiros, segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (18). O levantamento aponta 22% de contrários e 10% que não souberam responder ou não opinaram.
A proposta considera seis dias de trabalho por um de descanso. Em dezembro de 2025, o índice de aprovação era de 72% e 24% eram contrários, registrando queda de apoio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.
Regionalmente, o Nordeste lidera o apoio, com 72% a favor e 16% contra. O Sul registra 63% de favoráveis e 29% de contrários. O interesse pela pauta é maior no Sudeste, com 47% acompanhando o tema de perto.
Entre fatores demográficos, o apoio é maior entre homens, quem tem ensino superior e renda familiar mais alta. A menor renda aparece associada a maior adesão à mudança, com 70% de aprovação entre quem recebe até dois salários mínimos.
Renda e linhas partidárias também influenciam o resultado. Até dois salários mínimos: 70% a favor; entre dois e cinco salários: 68% a favor; acima de cinco salários: 62% a favor. Entre lulistas, 76% apoiam; entre bolsonaristas, 44% são a favor e 42% contra.
Entre a esquerda não lulista, o apoio chega a 88%, com 7% de rejeição. Já a direita não bolsonarista registra 55% de aprovação e 37% de oposição. A pesquisa 25ª rodada traz 2.004 entrevistas realizadas entre 8 e 11 de maio, com pessoas de 16 anos ou mais.
Metodologia e alcance
As entrevistas ocorreram em domicílio, cobrindo diversas regiões do país. O estudo BR-03598/2026 detalha o recorte e a confiabilidade dos resultados, que refletem visões de diferentes faixas de renda e perfis políticos. Fonte: Genial/Quaest.
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