- Motta afirmou que ainda há dúvidas sobre o tempo de transição para o fim da 6×1 na proposta de emenda à Constituição (PEC).
- A ideia é construir um acordo com o governo; a conclusão final do texto depende de diálogo entre as partes.
- Existe divergência entre o governo e setores do empresariado: o governo defende redução imediata para quarenta horas semanais, enquanto empresários propõem um ritmo de transição mais longo.
- A PEC tramita em uma comissão especial da Câmara, presidida pelo deputado Léo Prates; a primeira versão deve ser apresentada no dia 20 de maio.
- A versão final deve ser votada no plenário na semana seguinte, em 27 de maio, com participação do setor produtivo e mantendo a redução da jornada sem redução salarial, com dois dias de descanso.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (19/5) que ainda há dúvidas sobre o tempo de transição para o fim da escala 6×1, previsto na PEC em análise. O objetivo é que o texto seja apresentado pelo relator após dialogue com o governo.
Motta comentou que a ideia é construir um acordo com o governo, mas informou que não houve definição final do período de transição. O parlamentar destacou a necessidade de discutir até o fim para chegar à conclusão do texto.
A divergência entre governo e setores produtores envolve a duração da transição. O governo defende redução imediata para 40 horas semanais, enquanto empresários defendem tempo maior para a implementação. Motta mencionou diálogo contínuo com as partes.
A PEC que propõe o fim da 6×1 está sendo discutida em comissão especial da Câmara, sob liderança do deputado Léo Prates. A primeira versão da proposta deve ser apresentada amanhã (20).
Segundo Motta, a versão final será votada no Plenário na próxima semana, em 27 de maio. Ele afirmou ainda que pontos estão sendo ajustados com o governo e com bancadas, mantendo o objetivo de reduzir a jornada sem reduzir salários.
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