- O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que Rodrigo Pacheco não disputará o governo de Minas Gerais, frustrando o desejo de Lula.
- Pacheco deixou o PSD e se filiou ao PSB em abril, o que alimentou especulações de que disputaria o governo mineiro; Mateus Simões, ex-vice de Romeu Zema, ficou filiado ao PSD.
- Com o recuo de Pacheco, o PT continua sem candidato no segundo maior colégio eleitoral do país; Marília Campos, que era cotada para o governo, será candidata ao Senado.
- O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil é lembrado como opção, mas se afastou de Lula e do PT após atritos na eleição de 2022.
- O PT disse que está reabrindo o diálogo em Minas Gerais para construir um palanque forte com o presidente Lula no estado.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou nesta quarta-feira que o senador Rodrigo Pacheco, filiado ao PSB, não disputará o governo de Minas Gerais. Ele disse que Pacheco optou por não concorrer e que o partido pretende reabrir o diálogo com lideranças locais para construir uma candidatura sólida com apoio nacional.
Pacheco deixou o PSD para ingressar no PSB no início de abril, aumentando as especulações sobre sua possível candidatura em Minas, estado que tradicionalmente decide a eleição presidencial. O PSB já indicou Mateus Simões, atual governador e ex-vice de Romeu Zema, para o principal posto local.
Com a retirada de Pacheco, o PT permanece sem candidato à cadeira de governador em Minas. Marília Campos, prefeita de Contagem, já se posicionou como pré-candidata ao Senado, enquanto Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, é citado como outra opção, embora tenha feito movimentos de distanciamento em relação a Lula e ao PT após atritos na eleição de 2022.
Cenário em Minas
O estado continua sendo o principal cenário de disputa para quem lidera a corrida presidencial, mantido pela influência histórica de Minas na definição do pleito. O PT busca consolidar apoio local para lançar uma chapa competitiva com o eventual aval de Lula.
A história recente aponta que, com a mudança de Pacheco, o PMDB/PSB permanece buscando um desenho estratégico para a chapa mineira, enquanto o PP e outras siglas também avaliam alianças regionais. O desfecho deverá depender de negociações entre forças nacionais e lideranças mineiras.
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