- O PT, por meio de Edinho Silva, afirmou que o senador Rodrigo Pacheco não será candidato ao governo de Minas Gerais.
- Lula o incentivou a disputar a região em chapa governista, mas Pacheco decidiu não concorrer em outubro.
- O partido informou que reabriu o diálogo em Minas e está buscando várias lideranças para montar um palanque para o presidente.
- Pacheco já deixou o PSD e filiou-se ao PSB; ele chegou a indicar interesse em ser ministro do Supremo Tribunal Federal, vaga que não se concretizou.
- Sem a vaga no STF, aliados de Pacheco dizem que ele busca uma indicação ao Tribunal de Contas da União; entre os possíveis nomes de aliados de Lula em Minas, Kalil aparece como o mais competitivo em pesquisas.
O PT informou nesta terça-feira, 19, que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais. A declaração do partido encerra a discussão sobre a participação do parlamentar na disputa, que era vista como parte de um palanque governista para o presidente Lula.
Edinho Silva, presidente do PT, afirmou que, apesar do diálogo com Pacheco ter sido reaberto, o senador optou por não concorrer. O PT informou que continua buscando uma candidatura forte e um palanque relevante para a campanha de Lula em Minas.
Desde o período em que se aproximou de Pacheco, quando ele ainda liderava o Senado, Lula incentivou a candidatura ao governo mineiro. Pacheco, por sua vez, desejava ser ministro do STF, vaga que acabou não sendo preenchida pelo presidente.
Pacheco chegou a trocas de partido, deixando o PSD e filiando-se ao PSB, o que animou aliados de Lula. Contudo, ele comunicou às lideranças petistas que não disputará as urnas em outubro. Ao lado, o grupo analisa outras referências locais.
Sem a indicação para o STF, aliados de Pacheco mencionam a possibilidade de ele buscar uma vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). A prioridade do PT permanece em consolidar um palanque forte para Lula em Minas.
Entre os nomes mencionados como potenciais candidatos apoiados por Lula, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) surge como opção, segundo pesquisas de opinião. Kalil foi apoiado pelo PT em 2022, mas ficou no 1º turno.
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