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Flávio Bolsonaro perde 14 pontos entre evangélicos após áudio envolvendo Vorcaro

AtlasIntel/Bloomberg aponta recuo superior a 14 pontos de Flávio Bolsonaro entre evangélicos após áudio com Vorcaro, com impacto também entre católicos

Flávio Bolsonaro (Foto: Reprodução)
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  • Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg aponta queda de Flávio Bolsonaro entre evangélicos: de 65,4% em março para 50,9% na leitura mais recente, queda de mais de 14 pontos; Lula vai a 25%.
  • Entre evangélicos, a diferença já era menor em abril: 58,6% para Flávio e 23,7% para Lula; após as revelações sobre Vorcaro, o cenário se agrava para o senador.
  • No eleitorado católico, Flávio tinha 35,2% em março, 38,1% em abril e 31,5% na leitura recente; Lula tinha 54,2%, 51,5% e 52,2%, respectivamente.
  • Governo Lula continua com desaprovação alta: 51,3% desaprovam, 47,4% aprovam; em cenários de segundo turno para 2026, Lula aparece com 48,9% vs. 41,8% de Flávio.
  • O tema evangélico permanece decisivo na corrida presidencial, e a perda de apoio de Flávio nesse grupo é um desafio significativo para suas pretensões.

O levantamento AtlasIntel/Bloomberg aponta queda no apoio de evangélicos a Flávio Bolsonaro após o caso envolvendo o senador e o banqueiro Daniel Vorcaro. A pesquisa analisa intenções de voto em cenários de 2026, indicando ainda impactos no eleitorado católico.

O recuo ocorre em meio a divulgações sobre negociações ligadas ao financiamento de um filme relacionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro e supostos diálogos atribuídos a Flávio. O cenário revela erosão de apoio entre eleitores conservadores, que costumam valorizar ética e coerência.

Em março, Flávio detinha 65,4% entre evangélicos, contra 14% de Lula. Em abril, a vantagem caiu para 58,6% a 23,7%. A divulgação mais recente mostra Flávio com 50,9% e Lula com 25% entre evangélicos, queda de mais de 14 pontos para o senador.

Repercussão entre católicos

Entre católicos, o cenário também mudou. Em março, Flávio tinha 35,2% das intenções, frente a 54,2% de Lula. Em abril, Flávio subiu para 38,1% e Lula caiu para 51,5%. Com as informações recentes, Flávio registra 31,5% e Lula 52,2% entre católicos.

O impacto nas duas bases religiosas sugere desgaste maior entre eleitores conservadores, que costumam demandar padrões éticos consistentes na atuação pública. A crise, segundo a pesquisa, atinge provável equilíbrio entre disputas regionais e nacionais.

Ainda conforme AtlasIntel/Bloomberg, o governo Lula enfrenta rejeição relevante no conjunto dos brasileiros: 51,3% desaprovam a gestão, 47,4% aprovam. A taxa negativa é de 48,4% para avaliação ruim ou péssima.

Na projeção de segundo turno para 2026, Lula aparece com 48,9% ante 41,8% de Flávio Bolsonaro, em cenário que já antecipa mudanças de humores eleitorais. A pesquisa ouviu 5.032 brasileiros entre 13 e 18 de maio, com margem de erro de 1 ponto percentual.

As informações destacam a importância histórica das igrejas evangélicas no direcionamento político brasileiro, especialmente após o fortalecimento da pauta conservadora. A variação de apoio de Flávio representa desafio relevante para suas perspectivas futuras.

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