- A OAB ampliou a mobilização para promover reforma do Judiciário após receber sugestões abaixo do esperado; foi criada uma comissão interna no mês passado.
- O conselho federal abriu prazo para as seccionais enviarem contribuições, mas até o momento apenas três propostas formais foram encaminhadas.
- Serão realizadas audiências públicas simultâneas em todo o país no dia 19 de junho para coletar sugestões e consolidar um relatório para o STF.
- Entre as propostas defendidas estão a criação de mandatos para ministros do STF, a limitação de decisões monocráticas e mecanismos para prevenir conflitos de interesse na Corte.
- A iniciativa busca conduzir o debate em meio à crise de imagem do STF ligada às investigações do Banco Master, com o presidente da OAB, Beto Simonetti, destacando a necessidade de ouvir a advocacia.
A OAB ampliou a mobilização em torno de uma reforma do Judiciário após receber um volume de sugestões abaixo do esperado. O órgão criou uma comissão interna no mês passado para debater o tema e abriu prazo para as seccionais enviarem contribuições, ainda sem adesão expressiva.
No próximo dia 19 de junho, a entidade promoverá audiências públicas simultâneas em todo o país. O objetivo é colher novas propostas e consolidar um relatório que será encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Entre os pontos defendidos pela OAB estão a criação de mandatos para ministros do STF, a limitação de decisões monocráticas e a adoção de mecanismos para prevenir conflitos de interesse na Corte.
Essa iniciativa aparece em meio à crise de imagem do STF, intensificada pelas investigações envolvendo o Banco Master. A OAB busca tomar a dianteira no debate que vinha sendo conduzido por alguns estados.
A direção da OAB afirma que o objetivo é transformar discussões em ações concretas, com a advocacia atuando como ponte entre a sociedade e o acesso à Justiça. O presidente da entidade destaca a importância de ouvir a classe.
Próximos passos
- Audiências públicas no dia 19 de junho devem subsidiar o relatório final.
- O documento deverá ser apresentado ao STF como referência para eventual reforma.
- A comissão interna acompanhará a consolidação das propostas apresentadas.
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