- O pré-candidato Augusto Cury (Avante) afirmou que, se eleito, irá reavaliar o pacto federativo durante sabatina na Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
- Ele disse que não é justo que cidades do país “supliquem” por dinheiro, destacando a necessidade de revisão do modelo de distribuição de recursos.
- O pacto federativo define a divisão de competências e recursos entre União, estados, Distrito Federal e municípios, com cooperação entre as esferas.
- Cury enfatizou a importância de uma “economia distribuída” e afirmou que consórcios são instrumentos para ampliar o alcance de projetos municipais.
- A discussão sobre o tema ocorre diante do desequilíbrio entre despesas de saúde, segurança e educação e a arrecadação, que não acompanha o ritmo de crescimento.
Durante sabatina na Marcha dos Prefeitos, em Brasília, o pré-candidato à presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que, caso seja eleito, pretende revisar o pacto federativo. Aотenção reuniu prefeitos, gestores e vereadores.
O pacto federativo define a divisão de competências, recursos e responsabilidades entre União, estados, Distrito Federal e municípios. Cada esfera tem autonomia, mas a cooperação é essencial para o desenvolvimento do país.
Cury apontou que a dor dos municípios evidencia a necessidade de rever repasses da União e o desenho financeiro entre as esferas. Afirmou ainda que a solução passa por reconhecer que o impacto das políticas públicas ocorre nos municípios.
O candidato destacou a importância de uma economia distribuída e citou consórcios como ferramentas para ampliar a captação de recursos e viabilizar projetos locais.
O tema decorre de debates sobre desequilíbrio de receitas. Governadores e prefeitos afirmam que gastos com saúde, segurança e educação cresceram sem o mesmo ritmo de arrecadação, gerando pedidos de auxílio e renegociação de dívidas.
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