- Durigan afirmou que continuará à disposição do presidente para seguir no trabalho na Fazenda, em resposta sobre a possibilidade de reeleição de Lula.
- Ele disse que essa decisão não cabe a ele, mas ao presidente, e que pretende contribuir para um projeto de país que melhore o Brasil.
- O ministro assumiu a Fazenda em março, após Fernando Haddad deixar o cargo para apoiar a campanha de Lula; Durigan era secretário-executivo desde junho de dois mil e vinte e três.
- Haddad deixou o posto para auxiliar a campanha do presidente; Durigan já atuava ao lado dele, com experiência prévia na relação entre Executivo e governo municipal.
- Durigan tem formação em direito, mestrado na Universidade de Brasília, e experiência em cargos públicos e privados, incluindo atuação como diretor de Políticas Públicas no WhatsApp (2020–2023).
Com informações de Vitória Queiroz, da CNN Brasil.
Dario Durigan afirmou que seguirá à disposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para manter o trabalho na Fazenda. O comentário ocorreu em meio à indefinição sobre a continuidade de Durigan no cargo caso Lula seja reeleito. O ministro deixou claro que a decisão não cabe a ele, mas sinalizou interesse em seguir na função.
Durigan assumiu a Fazenda em março, substituindo Fernando Haddad, que anunciou que iria auxiliar a campanha de Lula. O petista foi lançado pré-candidato ao governo de São Paulo com o objetivo de consolidar palanque no estado.
Antes de chegar à Esplanada, Durigan ocupava o posto de secretário-executivo da pasta desde junho de 2023. A trajetória profissional inclui atuação na administração pública, com passagens em órgãos de defesa jurídica e experiência no setor privado.
Quem é Durigan e trajetória anterior
Durigan atuou como consultor jurídico da União em São Paulo (2017-2019) e fundou o Núcleo de Arbitragem da AGU. É advogado com mestrado pela USP e já trabalhou como diretor de Políticas Públicas do WhatsApp (2020-2023).
Na Câmara, trabalhou na gestão de Haddad quando este foi prefeito de São Paulo, assessorando áreas estratégicas e interlocução com a Câmara Municipal. Também ocupou cargos na Subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, em Brasília, durante o governo Dilma Rousseff.
Entre 2009 e 2010 atuou como procurador da Universidade de São Paulo e, no setor privado, trabalhou na Pinheiro Neto Advogados. A experiência soma atuação técnica em governança, compliance e articulação com órgãos públicos. Com informações de Vitória Queiroz, CNN Brasil.
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