- O senador Flávio Bolsonaro desconversou sobre uma eventual reunião com Donald Trump, em Washington, dizendo que não pediu agenda e citando “Call to the White House”.
- Segundo a coluna do Metrópoles, ele deve viajar para Washington na próxima semana, entre 26 e 28 de maio, para possível encontro na Casa Branca.
- Auxiliares afirmam que o convite teria partido do governo dos Estados Unidos; Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA, ajudou a articular a reunião com o auxílio do secretário de Estado americano, Marco Rubio.
- A expectativa é que o ex-deputado Eduardo acompanhe o irmão durante o encontro.
- A viagem ocorre em meio a uma crise envolvendo Flávio, após a divulgação de sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e visa apoiar a imagem de alinhamento com Trump em um momento de aproximação entre Lula e o presidente americano.
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, ironizou perguntas sobre uma possível reunião com Donald Trump em Washington na próxima semana. Ele negou ter pedido agenda e respondeu em inglês, sustentando que apenas o presidente dos EUA pode confirmar ou negar a reunião.
Após a resposta, Flávio comentou que o que vale é o que o chefe de governo norte-americano confirmar. Na sequência, ele manteve o tom de deboche ao mencionar Lula, sem apresentar defesa explícita sobre o tema.
Segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, a viagem de Flávio para Washington seria entre 26 e 28 de maio, com encontro provável na Casa Branca. Auxiliares dizem que o convite partiu do governo dos EUA.
Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado que está nos EUA há mais de um ano, teria ajudado a articular a reunião ao lado do secretário de Estado americano, Marco Rubio. A expectativa é de que Eduardo acompanhe o irmão na oportunidade.
A viagem ocorre em meio a uma crise envolvendo Flávio, após a divulgação de relações com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, segundo interlocutores do senador. A reunião com Trump seria, ainda, uma tentativa de reforçar a imagem de Flávio como aliado do presidente dos EUA.
Lula e Trump já se reuniram no início de maio. Após o encontro, o petista elogiou a relação entre os dois governos e disse estar satisfeito com o entrosamento, afirmando que se tratou de uma aproximação rápida.
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