Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Renan Santos classifica proposta de fim da escala 6×1 como irresponsável

Renan Santos classifica a proposta de acabar com a escala 6 x 1 como irresponsável, destacando risco de informalidade e fechamento de negócios

A avaliação é do pré-candidato à presidência da república Renan Santos, presidente do partido Missão e entrevistado do CB.Poder Especial - (crédito: Davi Pereira CB/DA Press)
0:00
Carregando...
0:00
  • Renan Santos, pré-candidato à presidência pelo partido Missão, classificou de irresponsável a proposta do governo de acabar com a escala 6 x 1.
  • Ele afirmou que o Brasil não está em desenvolvimento econômico e perde espaço nas cadeias globais de produção.
  • O pesquisador destacou que a medida pode aumentar a informalidade e levar ao fechamento de negócios, principalmente os sindicalizados, especialmente com juros altos.
  • Propôs flexibilizar o mercado de trabalho e ampliar a atuação sindical, defendendo competição entre sindicatos em vez de monopólio.
  • Ele ainda ressaltou que a produtividade brasileira está estagnada, o que afeta o desempenho econômico do país.

O pré-candidato à presidência Renan Santos classificou a proposta do Governo Federal de abolir a escala de trabalho 6 x 1 como irresponsável. Ele, que é presidente do partido Missão, foi entrevistado no CB.Poder Especial transmitido na quinta-feira, 21 de maio.

Segundo Santos, o Brasil não pode ser visto como plenamente desenvolvido, mesmo diante de avanços em alguns indicadores. Ele afirmou que o país perde espaço nas cadeias globais de produção e citou impactos sobre empregos de qualidade, especialmente para pequenos comerciantes que não ampliam seu capital de giro.

O político argumentou que zerar a escala 6 x 1 pode levar à informalidade ou ao fechamento de negócios, sobretudo aqueles com forte sindicalização. A relação entre empregador e empregado exigiria maior flexibilidade, com menos entraves para contratações e demissões.

Ainda na entrevista, Santos disse que o governo atual não favorece o crescimento de impostos sobre negócios, sugerindo expansão da atuação sindical, porém sem defender um monopólio. Também mencionou a necessidade de ampliar a produtividade do Brasil, indicador que, segundo ele, segue estagnado e compromete a competitividade global do país.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais