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Audiência de custódia de Deolane Bezerra é transmitida ao vivo

Audiência de custódia registra defesa de Deolane Bezerra, sob suspeita de elo com o PCC; Vérnix aponta movimentação financeira ligada à facção

Deolane disse que recebeu R$ 24.000 de um cliente que, segundo ela, constava em relatório policial
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  • Deolane Bezerra afirmou na audiência de custódia virtual ter sido presa “no exercício da profissão”, ligada a suspeitas de elo com o PCC.
  • Ela disse que recebeu 24 mil reais de um cliente, conforme relatório policial, e que foi presa por advogar por essa quantia.
  • A influenciadora foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, após ficar presa na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo.
  • A operação Vérnix investiga o uso de uma transportadora de cargas como empresa de fachada para movimentar dinheiro da cúpula do PCC e repassar valores a familiares de Marcola e a terceiros.
  • Segundo as investigações, Deolane recebeu cerca de 1 milhão de reais em depósitos fracionados entre 2018 e 2021, e houve quase 50 depósitos, totalizando 716 mil reais, para duas empresas da influenciadora.

Deolane Bezerra, influência e advogada, foi presa na quinta-feira (21.mai.2026) sob suspeita de ligação com o PCC. A audiência de custódia ocorreu de forma virtual, e a defesa informou que a prisão aconteceu no exercício da profissão, referente a fatos ocorridos entre 2019 e 2020. Ela afirmou ter recebido depósitos de um cliente, apontados pela polícia como parte do caso.

A influencer foi transferida na sexta-feira (22.mai.2026) para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. A prisão ocorreu inicialmente na área de Alphaville, em Barueri, na gestão de 21 de maio. A defesa, em nota, disse que Deolane mantém absoluta inocência em relação às acusações.

Vérnix: operação que fundamenta a investigação

A operação Vérnix investiga o uso de uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP) como fachada para movimentar recursos da cúpula do PCC e repassar valores a familiares de Marcola e a terceiros. O início das apurações remonta a 2019, após apreensão de bilhetes na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau.

Os investigadores apontam que a estrutura logísticas estaria ligada a transações financeiras do grupo. Foram identificados depósitos fracionados que somam cerca de 1 milhão de reais entre 2018 e 2021, além de quase 50 depósitos que atingiram 716 mil reais em duas empresas associadas à influenciadora.

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