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MPMG apura recursos em supostos novos manicômios

MPMG investiga uso de verbas do Fundo Estadual de Saúde na construção de novos manicômios, apurando irregularidades e cumprimento de normas

Leandro Gomes foi levado a uma clínica psiquiátrica e, após eletroconvulsoterapia, teve apagados da mente os últimos oito meses vividos
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  • O Ministério Público de Minas Gerais investiga a construção de novos manicômios públicos no estado e possíveis irregularidades no uso de verbas do Fundo Estadual de Saúde.
  • A apuração foca em contratações, execução de obras e serviços relacionados às unidades de saúde mental, bem como na aplicação transparente dos recursos.
  • Denúncias apontam possível direcionamento de verbas para unidades que não atendem aos critérios de qualidade e segurança exigidos por lei.
  • A Secretaria de Estado de Saúde informou colaboração às investigações, afirmando que obras seguem normas vigentes e que há investimento na ampliação da rede de atenção psicossocial.
  • A sociedade civil acompanha o caso, cobrando transparência e responsabilização caso sejam comprovadas irregularidades.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) investiga a construção de novos manicômios públicos no estado, com foco na possível irregularidade no uso de recursos do Fundo Estadual de Saúde. A apuração tenta entender se parte dos investimentos atende aos critérios legais de qualidade e segurança.

Segundo apurado, o MPMG analisa contratos, execuções de obras e serviços, além da aplicação de recursos na área de saúde mental. A investigação faz parte de um esforço maior de fiscalização sobre a gestão de verbas públicas voltadas à atenção psicossocial.

A iniciativa ocorre em meio a denúncias de obras em unidades em construção ou reforma sem autorização ou fiscalização adequadas. Também há questions sobre desvios ou uso inadequado de recursos por gestores ou empresas contratadas.

A Secretaria de Estado de Saúde informou que coopera com as apurações e que as obras seguem normas vigentes. O governo estadual afirma investir na ampliação da rede de saúde mental, com foco em humanização e qualidade do atendimento.

Entre relatos divulgados, há menção a Leandro Gomes, que teria sido encaminhado a uma clínica psiquiátrica e submetido a eletroconvulsoterapia, com suposto apagamento de memórias dos últimos oito meses. As informações são objeto de apuração e não caracterizam conclusão oficial.

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