- A 11ª fase da Operação Mute ocorreu entre 18 e 21 de maio em 23 unidades da Federação, com a participação de 2.854 policiais penais.
- Foram inspecionadas 49 unidades prisionais, com revista de 2.611 celas e apreensão de 534 aparelhos celulares ilícitos.
- As unidades envolvidas reúnem aproximadamente 65.040 presos.
- A ação faz parte do Programa Brasil contra o Crime Organizado e foca no enfrentamento de comunicações ilícitas dentro dos presídios.
- Desde 2023, os resultados somam 8.500 aparelhos apreendidos, 41.457 policiais penais, 680 estabelecimentos prisionais e 40.214 celas revistadas.
A Operação Mute, deflagrada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, atingiu 23 unidades da Federação entre 18 e 21 de maio. O objetivo foi reprimir comunicações ilícitas no interior dos presídios, associando inteligência, tecnologia e operações coordenadas. Ao todo, participaram 2.854 policiais penais em 49 estabelecimentos prisionais.
Durante a ação, foram revistas 2.611 celas e apreendidos 534 aparelhos celulares irregulares. A ofensiva faz parte do Programa Brasil contra o Crime Organizado, com foco em reduzir a atuação de organizações criminosas dentro e fora das unidades prisionais. As unidades envolvidas concentram cerca de 65.040 presos.
Resultados da operação
A 11ª fase da operação complementa ações anteriores iniciadas em 2023, fortalecendo a atuação integrada entre União e estados. As alterações visam ampliar o controle estatal no sistema prisional e ampliar a segurança pública.
Ao todo, desde 2023, já foram computados 8.500 aparelhos celulares apreendidos, 41.457 policiais penais participantes, 680 estabelecimentos prisionais envolvidos e 40.214 celas revistadas. As ações ressaltam o uso de tecnologia e inteligência para coibir ilícitos dentro das unidades.
Contexto institucional
Segundo o MJSP, a cooperação entre órgãos federais e estaduais é essencial para manter operações contínuas e efetivas. As iniciativas reforçam que o combate ao crime organizado conta com atuação conjunta, investigação integrada e fiscalização constante nas cadeias.
Entre na conversa da comunidade