- O Partido Liberal avaliou o impacto da pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 22, como administrável e manteve a aposta em Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial.
- Aliados ouvidos pela CNN afirmam que o desgaste associado aos diálogos entre o senador e o banqueiro Daniel Vorcaro não comprometeu a viabilidade de sua candidatura.
- Internamente, o desempenho de outros pré-candidatos da direita não teve crescimento significativo, o que foi visto como alívio por deputados, estrategistas e dirigentes do PL.
- A ala do bolsonarismo também aponta que Michelle Bolsonaro não conseguiu consolidar-se como alternativa a Flávio nas pesquisas.
- O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) afirmou à CNN que a candidatura de Flávio continua sólida e viável, com foco no segundo turno e dentro da margem de erro.
O PL avaliou como administrável o impacto da pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22) e manteve a aposta em Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial. A leitura é de que o resultado não inviabiliza a candidatura.
Aliados próximos afirmam que o desgaste causado pelos diálogos entre o senador e o banqueiro Daniel Vorcaro não compromete a viabilidade da candidatura. O clima interno é de contenção e foco no lançamento de base da campanha.
Nos bastidores, a ausência de crescimento expressivo de outros pré-candidatos da direita foi recebida como alívio por deputados, estrategistas e dirigentes da legenda. A percepção é de que a agenda permanece centrada em Flávio.
A ala do bolsonarismo avaliou que Michelle Bolsonaro (PL-DF) não conseguiu consolidar-se como alternativa viável a Flávio, o que reforça a leitura de que o caminho presidencial segue com o senador.
Segundo Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), a candidatura de Flávio continua sólida e viável. A avaliação dele é de que o segundo turno continua o objetivo central, com variação de cenário dentro da margem de erro.
Fontes do partido destacam que o desafio é manter unidade e ritmo de campanha, mesmo com o escrutínio da imprensa e a concorrência interna. A estratégia permanece voltada para reforçar a candidatura de Flávio Bolsonaro.
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