- Rio de Janeiro recebe a 31ª Parada do Orgulho LGBTI+ no dia 22 de novembro, na orla da Copacabana, com o tema “Reconhecemos justa toda forma de amor e de existência”.
- O tema discute direitos conquistados, como 15 anos de união civil homoafetiva, criminalização da LGBTfobia e retificação de nome para pessoas transexuais e travestis.
- O ativista Claudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris, afirma que a festa celebra conquistas e ao mesmo tempo reforça reivindicações políticas, incluindo pautas para o Congresso.
- Em 2025 o evento reuniu centenas de milhares de pessoas com mais de 100 atrações; em 2026 há uma programação com mais de 30 atividades até novembro, voltadas à cultura, cidadania e direitos humanos.
- O pré-evento acontece na próxima segunda-feira (25), com o Sarau Memórias dos afetos, que narra histórias de cinco casais LGBTI+, incluindo a vereadora Mônica Benicio e Claudio Nascimento.
A cidade do Rio de Janeiro vai sediar, no dia 22 de novembro, a 31ª Parada do Orgulho LGBTI+. O evento, que ocorre na orla da Copacabana, mantém o foco em direitos e cidadania. O tema é reconhecido como forma de afirmar toda a variedade de amor e existência.
A organização fica a cargo do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, que planeja manter o tom celebratório aliado a reivindicações políticas. Apoiadores destacam a importância de respeitar direitos já conquistados, como o casamento homoafetivo e a criminalização da LGBTfobia.
Em 2025, o evento reuniu centenas de milhares de pessoas com mais de 100 atrações e 15 trios elétricos pela Avenida Atlântica. Em 2026, a organização prepara novidades e um calendário de atividades para engajar a comunidade ao longo do ano.
Programação e atividades
A 31ª Parada pretende movimentar a cidade com mais de 30 eventos até novembro, voltados para cultura, cidadania e direitos humanos. O primeiro pré-evento ocorre na segunda-feira, com um sarau no Teatro Carlos Gomes que exalta histórias de cinco casais LGBTI+.
Entre os participantes está a vereadora Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018, além de Claudio Nascimento, viúvo de Adauto Belarmino. O materiais aborda temas de inclusão, representatividade e políticas públicas.
A programação passa por ações artísticas e institucionais com foco em promoção de cidadania. A meta é ampliar o alcance das discussões sobre dignidade, saúde, trabalho e direitos legais para pessoas trans.
Patrocínio e impactos econômicos
Estimativas de 2024 apontam que a Parada gera receitas significativas para o Rio, variando entre 25 milhões e 30 milhões de reais em impostos. Ainda assim, a organização afirma enfrentar dificuldades de patrocínio e investimento privado.
Defendem que o apoio financeiro ampliaria recursos para políticas públicas locais e beneficiaria a população carioca. O grupo ressalta a necessidade de patrocínio contínuo, não apenas em datas específicas, para promover direitos humanos e diversidade.
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