- Datafolha aponta que 38% dos eleitores avaliam a gestão de Lula como ruim ou péssima, 32% como ótima ou boa, 28% como regular e 1% não soube responder.
- Em relação à semana anterior, a avaliação negativa caiu 1 ponto e a positiva subiu 2; a diferença entre ruim e bom caiu para 6 pontos.
- A aprovação da condução do governo ficou empatada em 48% e desaprovam também em 48%.
- A pesquisa foi realizada de 20 a 21 de maio de 2026, com 2.004 pessoas; margem de erro de dois pontos percentuais e confiança de 95%.
- No cenário de segunda rodada, Lula aparece com 47% contra 43% de Flávio Bolsonaro, após revelações sobre conversas entre o senador e o banqueiro Daniel Vorcaro.
O Datafolha mostrou que 38% dos eleitores avaliam a gestão de Lula como ruim ou péssima, enquanto 32% consideram ótima ou boa. Outros 28% classificam o governo como regular e 1% não soube responder. A pesquisa foi divulgada neste sábado, 23/5.
Na comparação com a semana anterior, a avaliação negativa caiu 1 ponto e a positiva subiu 2 pontos. As variações estão dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
A distância entre avaliações negativas e positivas vem diminuindo. Em abril era de 11 pontos, em maio caiu para 6 pontos.
- Ruim/péssimo: 38%
- Ótimo/bom: 32%
- Regular: 28%
- Não sabem: 1%
A pesquisa também questionou aprovação da condução do governo. Os índices ficaram empatados em 48% de aprovação e 48% de desaprovação. Na rodada anterior, 45% aprovavam e 51% desaprovavam.
O levantamento foi realizado entre 20 e 21 de maio de 2026, com 2.004 pessoas com 16 anos ou mais. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O registro no TSE é BR-07489/2026.
Cenário eleitoral
Na sexta-feira, 22/5, saiu outra rodada sobre as disputas deste ano. Lula abriu vantagem de 4 pontos sobre Flávio Bolsonaro (43% a 47% no segundo turno) segundo o levantamento. O petista tem 47% e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, 43%.
Na pesquisa anterior (12 a 14/5), Lula e Flávio eram empatados, com 45% cada no segundo turno. A divulgação recente é a primeira a mencionar impacto das revelações sobre as conversas entre o senador e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
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