- A família de Daniel Vorcaro sondou o criminalista Daniel Bialski para assumir a defesa do fundador do Banco Master.
- Bialski é visto como opção por ter facilidade de acesso ao relator do Supremo Tribunal Federal, ministro André Mendonça, após a saída de José Luis Oliveira Lima.
- Bialski já atuou na defesa do ex‑governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro em inquéritos relatados por Mendonça.
- A saída de Juca ocorreu dias depois da Polícia Federal rejeitar a delação premiada de Vorcaro; a defesa apresentou à PF e à Procuradoria Geral da República uma proposta de devolver R$ 40 bilhões aos cofres públicos, parcelados em dez anos, prazo considerado elástico pelo STF.
A família do empresário Daniel Vorcaro sondou a contratação do criminalista Daniel Bialski para assumir a defesa do fundador do Banco Master, após a saída de José Luis Oliveira Lima. A avaliação envolve o fato de Bialski ter acesso próximo ao relator do caso no STF, ministro André Mendonça, o que poderia acelerar trâmites no tribunal.
A mudança acontece em meio a desdobramentos recentes do caso. Lima deixara a defesa do empresário, que avalia estratégias para o andamento do processo e possíveis nulidades, conforme apurado. Bialski já tem atuação anterior em casos de alta relevância no STF.
Mudança na defesa
Bialski está sob avaliação da família de Vorcaro como opção de defesa, destacando a proximidade com Mendonça. A relação com o STF é apontada como potencial ganho estratégico, frente a outros nomes que já atuaram no caso.
Em relação aos antecedentes, o ex-governador do Rio Cláudio Castro já contou com participação de Bialski em procedimentos anteriores. A verificação de contatos no STF não altera, porém, a necessidade de apresentar provas e fundamentação jurídica consistentes ao longo do processo.
Contexto da delação e deliberações
A PF rejeitou uma proposta de delação premiada apresentada pela defesa de Vorcaro, citando omissões de informações. Em resposta, já foi apresentado à PF e à PGR um acordo de devolução de 40 bilhões de reais, com pagamento em 10 anos, cuja viabilidade foi questionada.
A avaliação técnico-legal aponta que o parcelamento proposto pode comprometer a recuperação de ativos prevista pela delação. A defesa tem trabalhado para contestar possíveis nulidades processuais que favoreçam o empresário.
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