- Paxton venceu o runoff da pré-candidatura ao Senado pelos republicanos no Texas e enfrentará o democrata James Talarico em novembro, segundo a Associated Press.
- O ex-aliado de Donald Trump recebeu o endosso do presidente, uma semana antes do runoff, em reconhecimento à lealdade de Paxton.
- Em 2023, Paxton passou por impeachment na Assembleia do Texas e foi absolvido no Senado após um júri de nove dias; o caso envolveu acusações de uso indevido do cargo para favorecer um investidor imobiliário.
- O divórcio de Paxton, em 2025, da senadora estadual Angela Paxton, ganhou atenção no Texas após ela apresentar documentos alegando adultério; ele disse que o relacionamento foi pressionado pela vida pública.
- Paxton chegou à Procuradoria-Geral do Texas em 2014 com apoio da onda Tea Party; em 2015 foi indiciado por fraude de valores mobiliários, reconheceu resistência à acusação, e o acordo de 2024, com restituição de quase R$ 300 mil, não incluiu confissão de culpa.
Ken Paxton, advogado-geral do Texas de linha conservative, venceu o runoff republicano para senado na terça-feira, derrotando John Cornyn. Com o apoio de Donald Trump, ele se credenciou para enfrentar o candidato democrata James Talarico em novembro. O pleito ocorreu no Texas.
A confirmação da vitória veio após a divulgação de resultados parciais, com Paxton consolidando a vantagem na corrida final. Trump apareceu publicamente para endossá-lo uma semana antes do runoff, encerrando meses de especulação sobre o apoio dele à disputa.
A trajetória de Paxton inclui impasses institucionais e controvérsias. Em 2023, ele passou por um impeachment na Assembleia Legislativa e enfrentou julgamento no Senado estadual, mas foi absolvido após um processo de nove dias, envolvendo acusações de abuso de poder em benefício de um investidor imobiliário.
Vida pública e desdobramentos
Paxton ingressou no cargo de procurador-geral em 2014, após vencer um runoff da legenda. Sua vitória ocorreu em meio a uma onda de apoio a propostas conservadoras.
Pouco depois de assumir, o político passou a enfrentar uma série de acusações que marcaram seu mandato. Em 2015, foi indiciado por fraude de valores mobiliários, acusação que ele negou veementemente.
Em 2024, Paxton chegou a um acordo com promotores para evitar novo julgamento, devolvendo quase US$ 300 mil em restituição, sem admitir culpa. A defesa destacou que não houve confissão de culpa durante o acordo.
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