- Flávio Bolsonaro foi aos Estados Unidos no domingo, 24, buscando um encontro com Donald Trump.
- A viagem ocorre em meio a uma crise provocada pela revelação de contatos do senador com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- A analista Clarissa Oliveira afirma que a agenda nos EUA é estratégica para o senador, vinculando-o ao trumpismo.
- Segundo Oliveira, Trump tem interesse em aumentar alianças com lideranças da direita internacional, o que poderia favorecer Flávio junto à base, caso haja contato.
- Até o momento, não há confirmação oficial da Casa Branca sobre o encontro; o convite teria chegado por e-mail e precisou ser checado.
Flávio Bolsonaro viajou aos Estados Unidos na noite de domingo (24), buscando um encontro com Donald Trump. A deslocação ocorre em meio à crise provocada pela divulgação de contatos do senador com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A analista Clarissa Oliveira, ao Live CNN, afirma que a agenda nos EUA é estratégica para o momento, associando Flávio ao campo da direita ligado ao trumpismo, vínculo que o pai dele sempre buscou cultivar.
Ela aponta que Trump tem interesse em manter alianças com lideranças de direita internacional, citando Javier Milei como exemplo. Para Flávio, o encontro poderia fortalecer sua base junto ao eleitorado mais fiel.
A aposta é de que, na ausência de fatos novos, a crise envolvendo Vorcaro tende a se dissipar, permitindo recuperação do desempenho dele nas pesquisas.
A agenda da Casa Branca não foi confirmada oficialmente, o que representa risco de desencontro, segundo a analista. Ela ressalta que uma confirmação formal seria crucial para evitar constrangimentos.
De acordo com apuração de Jussara Soares, o convite para a reunião na Casa Branca chegou ao gabinete de Flávio no Senado por e-mail na semana anterior e precisou ser checado para veracidade.
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