- Segundo a Polícia Federal, o ex-prefeito de Macapá seria alvo de investigação por supostamente monitorar Dino, Alcolumbre e Randolfe.
- O ex-prefeito negou as acusações em nota, repudiando notícias falsas e ataques virtuais.
- Ele afirmou que sua trajetória pública se baseia no respeito às instituições democráticas e no debate ético de ideias.
- Disse que práticas que atentam contra a verdade e a ética não refletem seus valores e não terão espaço em suas ações.
O Ministério Público e a Polícia Federal investigam um alvo ligado à PF que, segundo as apurações, teria monitorado perfis de figuras públicas, incluindo o ex-senador Dino, o senador Davi Alcolumbre e o senador Randolfe Rodrigues. A apuração aponta possível atuação para coletar informações e monitorar atividades políticas.
A investigação não detalha o funcionamento do monitoramento nem as ferramentas envolvidas. A PF certifica que as informações ainda estão em fase de apuração e que os procedimentos visam esclarecer fatos ocorridos em contexto político recente.
Ainda não há data oficial de conclusão nem confirmação de denúncias formais. As informações iniciais indicam que o monitoramento pode ter ocorrido durante processos de interesse público, sem indicar consequências legais já instauradas.
Outro lado: o ex-prefeito de Macapá negou as acusações e rejeitou veementemente a disseminação de notícias falsas ou ataques virtuais. Ele afirma ter pautado a atuação pública pelo respeito às instituições democráticas, pelo debate ético e pelo trabalho voltado à população. Afirmou que práticas que atentem contra a verdade não refletem seus valores e não terão espaço em suas ações.
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