- Flávio Bolsonaro afirmou, em Washington, que a reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump, ocorreu na tarde de terça-feira e não foi intermediada por empresários.
- O senador disse ter pedido a Trump que classificasse o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
- Segundo ele, a conversa durou uma hora e quarenta minutos no Salão Oval, e Trump teria entregado a Flávio uma “challenge coin”, medalha usada pelas Forças Armadas americanas.
- Flávio afirmou que o encontro evidencia o “prestígio do Brasil” e que há uma alternativa séria ao governo atual.
- A reunião acontece em meio à repercussão sobre suposta atuação de empresários na articulação do encontro entre Lula e Trump.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, na tarde desta terça-feira, 26 de maio de 2026. O encontro ocorreu no Salão Oval, durante agenda de pré-campanha. A reunião durou cerca de 1 hora e 40 minutos.
Flávio afirmou que a reunião não teve intermediação de empresários, ao contrário de revelações anteriores. Ele elogiou a cordialidade de Trump e disse ter recebido tratamento respeitoso no encontro. A viagem também foi apresentada como sinal de prestígio internacional do Brasil.
Pedido de classificar organizações como terroristas
O senador afirmou ter pedido a Trump que classifique as facções criminosas brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. A justificativa seria ampliar pressão internacional contra as organizações.
Além disso, Flávio afirmou que o objetivo seria facilitar acordos internacionais para influenciar questões ligadas às áreas dominadas por essas facções, caso eleven o pleito presidencial. O relato foi feito em entrevista coletiva após o encontro.
Contexto político e repercussões
A atuação de Flávio Bolsonaro ocorre em meio a desdobramentos envolvendo a relação com empresários e lideranças do setor privado, citados em outras informações, sem atribuição de repasse de financiamento. A agenda é parte de estratégias de maior visibilidade do pré-candidato.
Fonte: Agência Senado, relato de Andressa Anholete, e cobertura do portal R7.
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