- Hugo Motta afirmou não ter dúvidas sobre o compromisso do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com o fim da escala 6×1.
- A proposta está em comissão especial da Câmara e deve ser votada no plenário na quinta-feira (28).
- O parecer apresentado no dia 25 prevê uma transição de quatorze meses para reduzir as 44 horas semanais para 40 horas.
- Na prática, a jornada passa a 42 horas após sessenta dias de promulgação, com redução final para quarenta horas após um ano.
- Casos específicos de categorias com jornadas diferenciadas e ajustes para microempreendedores individuais deverão ser tratados por meio de projeto de lei; atuação da oposição é citada como crítica.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (26) que não tem dúvidas sobre o compromisso de Davi Alcolumbre (União-AP) com o fim da escala 6×1. Ele disse que a Câmara pode concluir seu trabalho e que confia na sensibilidade do Senado.
A proposta está em análise em comissão especial e prevê votação em plenário na quinta-feira (28). O parecer apresentado na segunda-feira (25) estabelece uma transição de 14 meses para reduzir a carga de 44 para 40 horas semanais.
Entre críticas da oposição e do setor produtivo, a ideia recebe apoio no parlamento e é vista como pacificada pela base governista, que atua para mitigar resistências no Senado. A narrativa é de urgência do Executivo para aprovar a matéria.
O texto apresentado por Leo Prates (Republicanos-BA) propõe dois dias de descanso adicionais aos trabalhadores, com 42 horas semanais a partir de 60 dias após a promulgação. Ao longo de um ano, novas alterações levam a 40 horas, com ajustes para categorias específicas e para microempreendedores (MEIs).
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