- Lula afirmou, durante entrega do Minha Casa, Minha Vida em Manaus, que a reconstrução da BR‑319 deverá seguir critérios rigorosos de preservação ambiental e que o projeto vem sendo discutido há meses devido à sensibilidade da região, com visita a um trecho ainda nesta terça.
- A BR‑319 liga Manaus a Porto Velho e enfrenta problemas de tráfego, especialmente no período chuvoso, sendo alvo de defesa de setores do Amazonas e de questionamentos de ambientalistas.
- O presidente destacou que haverá ações conjuntas entre órgãos federais, estaduais e forças de segurança para evitar desmatamento ilegal ao longo da rodovia, preservando o ambiente.
- O discurso também sinalizou que a BR‑319 pode se tornar referência internacional em obras com controle ambiental, sendo um modelo de qualidade e preservação.
- Em meio ao avanço das obras do chamado “trecho do meio” e à retomada de licitações, o governo revisa cronogramas após decisões judiciais; o investimento total é de cerca de R$ 678 milhões, com prazo de três anos.
Não perca a responsabilidade de realizar a reconstrução da BR-319 com rigor ambiental. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, em Manaus, que a obra terá critérios estritos de preservação ambiental. A declaração ocorreu durante a entrega de moradias do Minha Casa, Minha Vida, no Tarumã-Açu.
Lula afirmou que o projeto é sensível e envolve ações conjuntas de órgãos federais, estaduais e forças de segurança para evitar desmatamento ilegal ao longo da rodovia. A ideia é tornar a BR-319 referência internacional em controle ambiental.
O chefe do Executivo destacou que a obra não é comum e exige avaliação de segurança ambiental por meses. Ele reforçou o compromisso de buscar um modelo que combine mobilidade com proteção da floresta amazônica.
Visita e agenda em Manaus
O presidente deverá visitar um trecho da rodovia ainda nesta terça, acompanhado de ministros. A visita integra a apresentação do projeto e a inspeção de etapas de implementação.
Licitações e andamento das obras no trecho do meio
O tema também envolve o chamado “trecho do meio”, considerado o mais crítico. Em maio, o DNIT reabriu prazos de licitação para obras de pavimento no viário.
A suspensão judicial anterior foi derrubada pelo TRF-1, após recurso do DNIT e da AGU. A decisão visa não atrasar intervenções durante a janela hidrológica de 2026.
Os editais contemplam quatro trechos entre os quilômetros 250 e 590, além da construção de uma ponte sobre o Igapó-Açu. O valor total é de cerca de 678 milhões de reais, com prazo de três anos para conclusão.
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