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PF afirma que Rioprevidência investiu no Master conforme alinhamento com Castro

Relatório da Polícia Federal sustenta que aportes da Rioprevidência no Banco Master dependiam de alinhamento político com Cláudio Castro

Cláudio Castro foi afastado do governo do Rio de Janeiro
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  • A Polícia Federal aponta possível atuação criminosa de Daniel Vorcaro na previdência do Rio de Janeiro mediante suposto ajuste político com o ex-governador Cláudio Castro.
  • O relatório da PF, enviado ao ministro do STF André Mendonça, embasou a autorização da oitava fase da Operação Compliance Zero, com Castro entre os alvos.
  • Segundo o documento, a relação entre Vorcaro e Castro teria viabilizado o “alinhamento político necessário” para aportes bilionários da Rioprevidência no Banco Master.
  • Mendonça ressaltou que havia vínculos próximos entre Castro e Vorcaro, com papel relevante do ex-governador na viabilização dos aportes do RPPS no Banco Master.
  • A PF indica que o ajuste financeiro foi intermediado por Ricardo Siqueira Rodrigues e contou com agentes públicos da estrutura decisória da autarquia previdenciária, que passou por mudanças na alta gestão antes dos aportes.

A Polícia Federal aponta possível atuação criminosa de Daniel Vorcaro na previdência do Rio de Janeiro, segundo relatório encaminhado ao STF. A PF sustenta que houve ajuste político com o ex-governador Cláudio Castro para viabilizar aportes bilionários da Rioprevidência no Banco Master.

O documento, apresentado ao ministro André Mendonça, autoriza a oitava fase da Operação Compliance Zero. Castro figurar como alvo, com a PF ressaltando vínculo próximo entre ele e Vorcaro e papel-chave para os aportes.

Conforme a PF, o acordo financeiro contou com a intermediação de Ricardo Siqueira Rodrigues e envolvimento de agentes públicos da estrutura decisória da autarquia previdenciária, que passou por mudanças na alta gestão antes dos aportes.

O relatório aponta sincronismo entre encontros entre Castro e Vorcaro e os aportes subsequentes do RPPS, além de mensagens no celular do empresário indicarem que liberações dependiam de alinhamento político.

Entretanto, a PF não detalha de que forma ocorreu cada etapa nem apresenta conclusão final, mantendo o caso sob investigação e complementação de informações.

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